A América Anglo-Saxônica se destaca pelo desenvolvimento socioeconômico de seus países, que concentram negócios em diversos setores da economia. Esse conjunto regional é formado por duas nações altamente industrializadas: os Estados Unidos e o Canadá.
O território da América Anglo-Saxônica
Um dos países mais extensos do mundo, os Estados Unidos é composto de terras contínuas, com 48 dos 50 estados da Federação, e ainda porções descontínuas, como o Alasca (que se situa próximo à região norte do Canadá) e o Havaí, um arquipélago localizado no Oceano Pacífico.
O Canadá, mesmo tendo vasta extensão territorial, apresenta baixa densidade demográfica. Essa característica pode ser explicada pelo fato de que boa parte de sua área se localiza nas proximidades e até mesmo dentro do Círculo Polar Ártico, o que resulta em condições climáticas extremamente rigorosas.
População e sociedade
Estados Unidos e Canadá
Os Estados Unidos da América (EUA) têm a maior população abso luta do continente americano, com aproximadamente 331 milhões de habitantes (dado de 2020). É for mado por 50 estados.
Já o Canadá, em 2020, tinha uma população absoluta de cerca de 37,7 milhões de habitantes. O país é o segundo maior do mundo em extensão, com uma área de 9 897 170 km2.
Composição e distribuição da população dos Estados Unidos
A população dos Estados Unidos se formou a partir da variedade étnica de grupos indígenas que já ocupavam as terras americanas, africanos escraviza dos para o trabalho nas colônias do sul do país, colonizadores ingleses e outros europeus, principalmente italianos e irlandeses, além de asiáticos. Atualmente, a maioria da população é branca – em torno de 76,3% do total (esse percentual inclui pessoas de origem hispânica ou latina). A população negra, ou afro-americana, compõe 13,4% dos habitantes, e os asiáticos, 5,9% (dados do censo do governo dos Estados Unidos de 2020). Os grupos indígenas do país encontram-se muito reduzidos – cerca de 0,9% do total da população –, devido à dominação e ao extermínio a que foram submetidos no processo colonial. Uma parcela da população dos Estados Unidos é composta de pessoas de origem hispânica ou latina, que somam cerca de 18,5% da população (2020). A maioria dessa população é mexicana, mas há um grande número de porto-riquenhos, cubanos e panamenhos. Ao longo do tempo, os EUA se transformaram em uma nação multiétnica, recebendo pessoas de diver sos países que imigraram em busca, principalmente, de emprego e oportunidades. Desde a segunda metade do século XX, é intenso o fluxo de imigrantes latinos, boa parte deles vivendo em situação de ilegalidade. Em abril de 2018, o governo federal do país estabeleceu uma política de “tolerância zero”, que desencorajou a imigração ilegal nos Estados Unidos. Em virtude da grande extensão territorial – 9 371 219 km2, a quarta maior do mundo –, os EUA têm baixa densidade demográfica, em torno de 35,6 hab./km².
A grande concentração urbana nos Estados Unidos possibilitou a formação de três megalópoles, áreas de intensa rede de cidades, com a conurbação de metrópoles.
- Chi-Pitts: situada na região dos Grandes Lagos, abriga as áreas me tropolitanas de Pittsburgh, Buffalo, Cleveland, Detroit, Milwaukee e Chicago. Trata-se de uma área que se caracteriza por ser polo indus trial, comercial e de serviços.
- Bos-Wash: localizada na região Nordeste, é a maior megalópole do país, abrangendo cidades como Boston, Filadélfia, Washington, Nova York (metrópole central) e Baltimore. É caracterizada por seu notável parque industrial, além de ter ampla gama de serviços e diversos órgãos da admi nistração federal.
- San-San: situada na Costa Oeste, abriga as áreas metropolitanas de São Francisco, Los Angeles, Seattle e San Diego. Esse corredor abrange polos tecnológicos, como o Vale do Silício, onde estão gigantes mundiais da informática.
Composição e distribuição da população do Canadá
Como foi colonizado por ingle ses e franceses, o Canadá é um país com duas línguas oficiais: o inglês e o francês. Devido ao histórico colonial, é formado majoritariamente pelas etnias inglesa e francesa; além dessas, vivem nele pessoas das etnias escocesa, irlan desa, alemã, italiana, chinesa, nativos da América do Norte, entre outras. Essa diversidade é resultado da política de imigração do país, que faz com que quase 22% da população seja de ori gem estrangeira (2019).
Quebec é a província francesa do Canadá, e a maioria da população do país é urbana. As grandes cidades estão localizadas no centro-sul e no sudeste do país, regiões próximas aos Grandes Lagos e ao Vale do Rio São Lourenço.
O Canadá tem uma das mais baixas densidades demográficas do mundo, apenas 4,2 hab./km² (2020), configu rando-se como um país pouco populoso e pouco povoado.
Indicadores sociais e econômicos
Os Estados Unidos, que integram os países do Norte na regionalização Nor te-Sul do mundo, têm bons indicadores sociais e econômicos. Estão entre as dez primeiras nações do planeta, com elevado Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Esse índice mostra que, em linhas gerais, a população tem boas condições de vida; no entanto, encontram-se no segundo grupo de países com maior desi gualdade. Observe o mapa da página seguinte com os índices globais de IDH.
O Canadá tem o padrão socioeconômico mais elevado do continente americano e, assim como os Estados Unidos, integra os países do Norte na regionalização Norte-Sul do mundo. Apresenta um dos dez mais elevados IDHs, 0,929, que você pode observar no mapa acima (dados de 2017). Esse índice mostra que, em linhas gerais, a população tem boas condições de vida e o país apresenta menos desigualdade que seu vizinho do sul. O perfil etário estadunidense mostra que a maioria da população está na faixa de 25 a 54 anos, totalizando 38,92%. O crescimento populacional anual é de apenas 0,7% (2021). No Canadá, o perfil etário indica que a maioria da população também está na faixa de 25 a 54 anos (39,81%), e o crescimento populacional anual também é de 0,7% (2021). Veja, na tabela a seguir, alguns indicadores socioeconômicos dos dois países que compõem a América Anglo-Saxônica.
Principais características naturais da América Anglo-Saxônica
Os Estados Unidos e o Canadá têm grande diversidade de paisagens, resultan tes da interação entre suas formas de relevo, seus tipos climáticos e suas forma ções vegetais. Conheça mais sobre essa diversidade a seguir.
O relevo e a hidrografia
Os territórios do Canadá e dos Estados Unidos apresentam, em sua maior parte, baixas altitudes e contrastes evidentes entre suas porções leste e oeste. Analise o mapa a seguir e conheça algumas das principais regiões naturais do continente.
Montanhas e planaltos
antigos do leste
Essa área da América Anglo-Saxônica
abrange o Planalto Laurenciano e os
Montes Apalaches, um conjunto de
montanhas e planaltos muito antigos e
desgastados. Por isso, as altitudes são
moderadas.
Montanhas jovens do oeste
Estão situadas em uma extensa área
de contato entre as placas tectônicas do
Pacífico e Norte-Americana. Nessa re
gião, no período terciário da Era Ceno
zoica (entre 65 e 2 milhões de anos
atrás), formaram-se as Montanhas Ro
chosas, uma ampla cadeia que se esten
de no sentido norte-sul.
Cânions
Também na porção oeste dos Estados
Unidos, encontramos o Grand Canyon,
formado em áreas de rochas sedimenta
res que, no decorrer de milhões de anos,
vêm sendo desgastadas pelas águas do
Rio Colorado, que percorre a região. Os
processos erosivos desenham longos e
profundos vales em forma de cânions.
Planícies centrais
No centro da América Anglo-Saxônica
estão localizadas extensas áreas de planí
cie. Nelas, destaca-se o Rio Mississippi, que
forma uma densa rede hidrográfica, com
seus afluentes vindos dos Montes Apala
ches a leste e das Montanhas Rochosas a
oeste. Esse rio exerce um papel relevante
para a navegação e a economia da região.
O clima e as formações vegetais
A variedade climática da América Anglo-Saxônica, aliada a outros fatores,
como o relevo, proporciona a existência de formações vegetais diversificadas,
ainda que, atualmente, boa parte delas se encontre intensamente transforma
da pela ação humana.
As montanhas localizadas na porção oeste da América Anglo-Saxônica representam uma barreira para as massas de ar que vêm do Oceano Pacífico em dire
ção ao interior do território. Essa barreira bloqueia a umidade das chuvas e contribui para a formação de áreas com predomínio dos climas desértico e semiárido.
A corrente marítima fria da Califórnia, que atua na porção oeste da região, reduz
a evaporação e também favorece a existência de climas mais frios e secos nessa
porção.
Nos territórios localizados na porção norte da América Anglo-Saxônica, registra-se
a presença de climas mais frios (frio e polar), visto que há menor incidência direta de
radiação solar nas áreas de elevada latitude.
As condições do relevo e a corrente marítima quente do Golfo, por sua vez,
propiciam a entrada de ventos úmidos e a formação de climas mais chuvosos e
amenos na porção leste dos Estados Unidos, onde predominam os tipos climáticos temperado e subtropical.
As diferentes formações vegetais da América Anglo-Saxônica estão associadas
à atuação dos tipos climáticos na região.
Tundra
No extremo norte do continente, predomina a vegetação de Tundra, composta
de musgos e liquens e que se adapta às áreas de ocorrência de clima polar.
Nessas regiões, a superfície do solo permanece coberta de gelo durante a maior
parte do ano. Nos curtos períodos de verão, quando o gelo derrete, a vegetação
floresce e se reproduz. Logo depois, quando reinicia o longo inverno, a Tundra
volta a desaparecer sob o gelo.
Floresta Boreal (Taiga)
Desenvolve-se em regiões de clima
frio, com apenas duas estações: um inverno longo e um verão curto. Nessas
áreas, destacam-se as coníferas, que, de
maneira geral, permanecem com suas
copas esverdeadas mesmo durante os
períodos mais frios.
Floresta Temperada
Vegetação típica das áreas onde pre
domina o clima temperado, marcado por
quatro estações do ano bem definidas.
Ocorre no litoral chuvoso da porção
noroeste da América Anglo-Saxônica, as
sim como na porção centro-leste.
A vegetação dessa floresta é composta,
principalmente, de espécies caducifólias,
isto é, que perdem suas folhas nas esta
ções frias (outono e inverno) e as retomam nas estações quentes (primavera e
verão). Atualmente, essa vegetação está
intensamente alterada pela ação humana.
Vegetação de Estepes e
Pradarias
Desenvolve-se na região central dos
Estados Unidos, onde se verifica o predomínio de condições climáticas mais
áridas. É caracterizada pela vegetação
rasteira, predominantemente composta
por gramíneas e herbáceas.
Deserto
Ocorre nas regiões em que atua o clima desértico, muito seco ao longo de to
do o ano. Nessas áreas, há poucas espé
cies de animais e plantas. Destacam-se,
nesse sentido, as plantas adaptadas à
escassez de água.
Vegetação Mediterrânea
Desenvolve-se no litoral sudoeste dos
Estados Unidos, onde o clima proporciona verões quentes e secos e chuvas con
centradas no inverno. É caracterizada
por plantas de pequeno e médio portes,
adaptadas a períodos secos.
Vegetação de alta montanha
Ocorre em áreas de altitude elevada,
nas montanhas da região oeste dos Esta
dos Unidos e do Canadá. Varia conforme
a altitude, com predomínio de gramíneas
e arbustos nas porções mais baixas e
musgos e liquens nas partes mais altas.
Economia
Estados Unidos
Considerada uma das mais influentes do mundo, a economia dos Estados
Unidos alcançou em 2019 o Produto Interno Bruto (PIB) de 21,4 trilhões de
dólares, sendo responsável por mais de um quarto do PIB mundial.
Os Estados Unidos integram o G7, grupo dos sete países mais ricos e
industrializados do planeta. Além de serem sede de diversas empresas trans
nacionais, são líderes de investimentos em Bolsas de Valores, e sua moeda, o
dólar, é adotada como padrão em transações financeiras internacionais.
As exportações estadunidenses somaram cerca de 1,6 trilhão de dólares
em 2019. O país é o maior exportador de produtos agrícolas do mundo, sendo
responsável por, aproximadamente, 10% da economia global. Canadá, México,
China e Japão são os principais compradores, e os principais produtos expor
tados são: gêneros agrícolas (soja, frutas e milho), bens de capital (aeronaves,
autopeças, computadores e equipamentos de telecomunicações) e bens de con
sumo (automóveis e medicamentos).
No entanto, suas importações atingiram mais
de 2,5 trilhões de dólares em 2019. Os parceiros
que mais exportam para os Estados Unidos são
China, México, Canadá, Japão e Alemanha, especialmente no que se refere a produtos agrícolas,
bens de capital (computadores e autopeças) e bens
de consumo (automóveis, roupas, medicamentos
e brinquedos).
Com base nesses dados, percebe-se a relevância da China para as relações comerciais com os
Estados Unidos, bem como seu poder de concorrência na economia global. Nos últimos anos houve
um acirramento da disputa comercial entre os dois
países, especialmente no período de 2017 a 2020,
o que vem resultando em uma série de negociações.
Indústria e agricultura
Um dos fatores que contribuem para o desenvolvimento industrial dos
Estados Unidos é sua grande riqueza em recursos minerais e energéticos, como
petróleo, carvão, gás natural, minério de ferro, cobre e bauxita.
São o quinto
maior produtor mundial de petróleo cru
(quase 11,3 milhões
de barris por dia), o
terceiro de refinados
(mais de 20 milhões
de barris por dia) e o
11° em reservas de
petróleo (cerca de
36 bilhões de barris),
além de ocuparem o
segundo lugar no
maior consumo desses produtos (cerca
de 18,1 milhões de
barris por dia).
O país também
tem a maior reserva
de carvão do mundo – 23% do total –,
produz cerca de
4 trilhões de kW/h
por ano e é o
segundo maior con
sumidor mundial de
energia elétrica.
A indústria estadunidense é altamente diversificada
e desenvolvida. Destacam-se no setor os ramos petroquí
mico, siderúrgico, automobilístico, aeroespacial, químico,
madeireiro, de telecomunicações, de eletrônicos, de bens
de consumo, de alimentos processados e de mineração.
As indústrias tradicionais estão concentradas no nor
deste e na área dos Grandes Lagos, região conhecida como
manufacturing belt (cinturão industrial). Nela se agrupam
setores como o automobilístico, o eletroeletrônico, o ali
mentício, o siderúrgico, o aeronáutico e o naval.
Nas últimas décadas, as regiões sul e oeste se trans
formaram no mais novo foco de industrialização do país,
por apresentarem menores custos de produção e maiores
incentivos fiscais do governo.
Essa área é conhecida como
sun belt (cinturão do sol), porque tem clima predominan
temente quente e ensolarado, e nela se destacam as indús
trias aeroespacial e petroquímica.
Na Costa Oeste há o Vale do Silício, na Califórnia,
onde se concentram empresas de tecnologia de ponta,
ligadas a microeletrônica, informática e robótica, além de
intensa atividade de pesquisa.
Belts agropecuários
Os Estados Unidos aprimoraram o sistema de cultivo
em cinturões agrícolas, conhecidos como belts. São áreas,
principalmente na Planície Central, especializadas em mono
culturas, que formam o “celeiro agrícola” estadunidense.
Os principais belts são o cinturão do algodão (cotton
belt), o do leite (dairy belt), o do trigo (wheat belt), o do
milho (corn belt), o da pecuária (ranching belt) e o da
fruticultura (fruit belt).
Canadá: economia
Considerado um dos países mais desenvolvi
dos do mundo, com PIB de 1,6 trilhão de dólares, o
Canadá também integra o G7. Cerca de 70% do valor
da produção industrial canadense é proveniente das
províncias de Quebec e Ontário. Os principais setores
são o madeireiro (papel e celulose), o siderúrgico e o
eletrônico, o de equipamentos de transporte e aviação,
o de telecomunicações e informática.
As indústrias do país – com destaque para a
siderurgia, a metalurgia e a indústria de papel e celulose – estão localizadas principalmente na região dos Grandes
Lagos e nos arredores de Vancouver, na Costa Oeste.
A atividade industrial é favorecida pelos valiosos
recursos minerais do subsolo canadense, como cobre,
zinco e ferro, além de contar com uma grande dispo
nibilidade de recursos energéticos, como petróleo, gás
natural e hidreletricidade.
O Canadá é o quarto maior produtor mundial de
petróleo cru (mais de 5,1 milhões de barris por dia)
e o terceiro em reservas de petróleo (cerca de 168,1
bilhões de barris).
O país é um grande exportador de riquezas mine
rais, configurando-se como o terceiro maior exportador
de minérios do mundo, com destaque para o alumínio,
o zinco, o ferro e o chumbo.
A intensa exploração de madeira da Floresta
Boreal oferece matéria-prima à indústria de papel e
celulose, muito desenvolvida no país, além de abas
tecer cerca de metade da demanda de papel-jornal de
todo o mundo.
Outra atividade econômica importante do Canadá
é a agricultura mecanizada, realizada sobretudo nas
áreas úmidas e férteis da Planície Central, também
conhecida como prairies (pradarias). Com relevo plano
e solo fértil, a planície concentra 75% das áreas de cultivo do país.
A região dos Grandes Lagos e o Vale do Rio São Lourenço também têm
agricultura desenvolvida, principalmente na produção de hortifrutigranjeiros,
para abastecer seu grande mercado consumidor.
O Canadá é considerado um dos principais produtores de alimentos do
mundo, com destaque para cereais como trigo, aveia, centeio, cevada, canola e
linhaça, exportados especialmente para os Estados Unidos.
As exportações canadenses somam cerca de 103 bilhões de dólares
(2019). Os parceiros para os quais o Canadá mais exportou, em 2019, foram
Estados Unidos e China.
O país importa mais de 120 bilhões de dólares em mercadorias (2019),
sobretudo dos Estados Unidos, da China e do Japão. Canadenses e estaduni
denses são importantes parceiros econômicos, mas essa relação passa por um
período de crise, iniciado pelo comércio do aço.
Acordo de Livre Comércio
da América do Norte (Nafta)
Estados Unidos e Canadá participam de diversas organizações
internacionais, entre elas, até o ano de 2018, o acordo de livre-comércio Nafta (sigla para North America Free Trade Agreement,
ou Acordo de Livre Comércio da América do Norte).
Esse acordo se originou em 1988, com Estados Unidos e
Canadá. Em 1991, os dois países assinaram o Acordo de Libera
lização Econômica, formalizando sua relação comercial. O México
aderiu a ele em 1992, e o Nafta entrou em vigor em 1994, estabelecendo o prazo de 15 anos para a eliminação de todas as barreiras
alfandegárias entre seus signatários.
Em mais de duas décadas, o Nafta aprofundou as relações
comerciais entre seus membros, mas trouxe insatisfações de trabalhadores, empresas, políticos e especialistas. Por isso, no início
de 2018, os governos dos Estados participantes do Nafta iniciaram discussões
para reformar o acordo. Com o fim do Nafta, entrou em vigor o Acordo Estados
Unidos-México-Canadá (USMCA), em 2020.
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