domingo, 28 de dezembro de 2025

Região Sul: o meio natural

A Região Sul, a menor das cinco regiões brasileiras, é composta por três estados e corresponde a 7% de todo o território nacional, com extensão de aproxi madamente 577 mil km2.
O clima subtropical, predominante na região, tem chuvas bem distribuídas ao longo do ano e temperaturas mais baixas em comparação a outras partes do país, sobretudo no inverno. Sua vegetação é mais adaptada às baixas temperaturas, como os Campos e a Mata de Araucárias. 
A região também tem áreas preservadas cobertas por vegetação de Mata Atlân tica em locais de transição climática, onde as temperaturas são um pouco mais elevadas
A Região Sul conta com grande diversidade paisagística. A seguir, conheceremos as características de seu quadro natural.

Relevo e vegetação

A grande diversidade de vegetação da região Sul é consequência, sobretudo, das diferenças nas temperaturas médias anuais. Ao longo do tempo, no entanto, a agricultura, a pecuária e a extração de madeira, principalmente para fabricação de móveis, provocaram grande desmatamento, reduzindo drasticamente a cobertura vegetal da região. 
As terras altas (de maiores altitudes) da Região Sul são encontradas nas porções norte e nordeste do Rio Grande do Sul e se prolongam para os estados de Santa Catarina e Paraná. Formam diversas serras, entre elas a Serra do Mar e a Serra Geral, onde as massas de ar úmidas, vindas do oceano, provocam chuvas orográficas ao encontrar suas encostas.
Nessas serras e em outras da região, há remanescentes da Mata Atlântica e da Mata dos Pinhais. 
A Mata dos Pinhais, como também é conhecida, aparece em maior concentração nas regiões serranas do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná, onde as temperaturas são mais baixas.
É na Serra Geral, no estado de Santa Catarina, que se localiza São Joaquim, a 1354 metros de altitude. Esse município é um dos mais frios do país. Por causa de sua altitude elevada e por estar sujeito às incursões da massa Polar atlântica, fria, já registrou temperatura de –10 °C e queda de neve no inverno.
A Mata de Araucária era a vegetação predominante da região Sul, embora ocorram algumas árvores características dessa vegetação em regiões serranas do Sudeste e no sul do estado de São Paulo. É formada por diversas espécies vegetais, com destaque para as variedades de araucárias, entre elas o pinheiro-do-paraná. Outra espécie vegetal característica dessa mata é a erva-mate, cujas folhas são utilizadas para preparar uma bebida digestiva. 
A Mata de Araucárias, formada por pinheiros adaptados às temperaturas mais baixas, cobria originalmente grande parte dessa região. No entanto, tal vegetação sofreu forte devastação em decorrência da expansão das atividades econômicas, principalmente dos cultivos agrícolas e do crescimento das áreas urbanas. Já os Campos, também adaptados às baixas temperaturas, são bastante aproveitados para áreas de pastagens e predominam no sul do Rio Grande do Sul.
Próximo ao litoral dos estados de Santa Catarina e Paraná, recobrindo a serra do Mar e estendendo-se até a planície Costeira, desenvolveu-se originalmente a Mata Atlântica, que hoje aparece apenas em pequenas manchas. A Mata Atlântica também se desenvolveu na porção oeste da região, mas apresentando características particulares relacionadas às variações de temperatura e umidade.
No litoral desenvolvem-se Mangues e Restingas, também fortemente ameaçados pela ocupação e as atividades humanas.
As terras baixas são encontradas ao longo do litoral, onde formam planícies litorâneas ou costeiras. Nelas estão situadas importantes cidades turísticas, como Balneário Camboriú, em Santa Catarina. 
Na porção centro-sul do Rio Grande do Sul, as terras baixas acompanham os vales dos rios Ibicuí, Santa Maria, Jacuí, Sinos e do Lago Guaíba, onde formam planícies fluviais. 
A cidade de Porto Alegre está situada na margem esquerda do Lago Guaíba, próximo à foz do Rio Jacuí. É nessas terras de baixas altitudes do Rio Grande do Sul que se encontram os Campos, vegetação com predominância de gramíneas, dominando o sul e o sudeste do estado. 
Essa formação varia conforme as características de solo e clima. A área campestre mais típica é a do sudoeste do Rio Grande do Sul, conhecida como Campanha Gaúcha ou Pampa, que se prolonga para o território do Uruguai e da Argentina. Seu relevo é geralmente plano, entre cortado por pequenos e baixos morros (cerros). 
A vegetação que se encontra mais preservada na região Sul são os Campos, com predomínio de diversos tipos de gramíneas, que se desenvolvem na porção meridional do Rio Grande do Sul. A vegetação dos Campos é menos exuberante do que a das matas, por exemplo, mas não menos importante, pois abriga grande biodiversidade. Historicamente utilizadas como pastagens, hoje essas áreas estão ameaçadas pelos cultivos de soja e arroz e pela introdução de espécies exóticas de gramíneas.
No século XVII, iniciou-se nos Campos a criação de bovinos e equinos e, posteriormente, a de ovinos, aproveitando as condições naturais favoráveis da região. 

As unidades de relevo

a as unidades do relevo da Região Sul: 
• os planaltos da porção leste, que fazem parte dos Planaltos e Serras do Atlântico Leste-Sudeste, representados pela Serra Geral e pela Serra do Mar; 
• em direção a oeste, o relevo perde altitude, dando lugar à Depressão Periférica da Borda Leste da Bacia do Paraná; 
• ultrapassada a depressão, surgem outras grandes áreas de planalto até o vale do Rio Paraná e em direção sul – são os Planaltos e Chapadas da Bacia do Paraná.

As lagoas costeiras 

As seguintes unidades do relevo da Região Sul não foram citadas no texto: Planalto Sul-Rio-Grandense, a Depressão Periférica Sul-Rio-Grandense e a Planície das Lagoas dos Patos e Mirim. 
Nas bordas litorâneas do Rio Grande do Sul surgem três grandes lagoas costeiras parcialmente separadas do mar por extensos cordões litorâneos – as restingas. 
A Lagoa dos Patos, com cerca de 10000 km2, alimentada pelas águas do Lago Guaíba e dos rios Jacuí e Caí; e a Lagoa Mirim, com aproximadamente 4000 km², onde desá gua o Rio Jaguarão, são ligadas pelo Canal de São Gonçalo. A Lagoa Mangueira, de área menor, encontra-se entre a Lagoa Mirim e o Oceano Atlântico.
 
Clima
 
A região Sul é a que apresenta as temperaturas médias mais baixas do Brasil, sobretudo nos meses de inverno.
O Trópico de Capricórnio atravessa a porção norte do estado do Paraná. Assim, a maior parte da Região Sul está localizada na zona temperada; isso significa que, por causa da esfericidade da Terra, os raios solares incidem menos inclinados em relação à su perfície da Terra que na zona tropical.
Na pequena porção da região Sul que se encontra ao norte do trópico de Capricórnio predomina o clima tropical de altitude. Na porção localizada ao sul do trópico de Capricórnio, na zona temperada do planeta, predomina o clima subtropical, com forte influência das massas polares. Junta mente com as condições do relevo, isso explica o fato de a região Sul do Brasil apresentar médias de tempera tura mais baixas do que o restante do país.
É importante destacar que, ape sar de predominar um tipo climático, existem variações nas temperaturas e na precipitação devido às características locais. No litoral da região Sul, as tempe raturas são elevadas durante o verão, mas também caem bastante no inver no. Por exemplo, em Florianópolis, capital catarinense, a temperatura pode ultrapassar os 30 ºC no verão, mas diminui bastante no inverno.
Nas áreas de menor altitude as temperaturas médias são mais elevadas do que na porção serrana, onde a altitude provoca queda nas médias térmicas anuais. 
Nas porções mais elevadas do relevo, é comum a ocorrência de fortes geadas nos períodos de inverno. Em alguns municípios, como São Joaquim, Urubici e Lajes, localizados no estado de Santa Catarina, pode até mesmo haver, nos anos mais frios, precipitação de neve. 
Durante o inverno, é comum a ocorrência de geadas e, com menor frequência, a queda de neve. Uma das condições necessárias para a ocorrência de geada é que, durante a noite, o céu esteja limpo, sem nuvens e com ausência de ventos, o que favorece a perda de calor do solo e a queda brusca da temperatura. 
O clima frio, com a ocorrência de geada, costuma atrair visitantes e ajuda a movimentar a economia da região Sul. Entretanto, nas áreas agrícolas, as geadas podem provocar grande prejuízo, dependendo de sua intensidade, da espécie cultivada e da fase de crescimento em que as plantas se encontram.
Outra situação que provoca bastante preocupação entre os agricultores é a ocorrência de geadas negras, devido à ação da Massa Polar Atlântica, com ventos frios, de moderada a forte intensidade e baixa umidade do ar. Essa condição atmosférica provoca o congelamento da parte interna da planta, que fica escura e morre. 
As condições climáticas, associadas a variadas formas de relevo, propiciam o desenvolvi mento de diferentes formações vegetais nas paisagens naturais dessa região.

A massa de ar Polar atlântica 

A região está submetida a uma ação mais intensa da massa de ar Polar atlântica, originada no extremo sul do conti nente americano. Os ramos de entrada dessa massa de ar, ao se deslocarem na direção norte, passam pela Argentina e pelo Uruguai, onde provocam invernos frios. Ao chegarem à Região Sul do Brasil, seguem pelas áreas de menores altitudes: um de seus ramos avança pelo litoral, pelas planícies litorâneas, e o outro avança sobre o território do Brasil pelo interior. 
No outono e no inverno, essa massa de ar atua com maior intensidade. Forma as denominadas frentes frias, que provocam quedas de temperatura e invernos mais rigorosos no Sul.

O clima subtropical

A maior porção do território da Região Sul localiza-se na zona temperada, ao sul do Trópico de Capricórnio. Essa região é dominada pelo clima subtropical. 
A Região Sul é a única, entre as regiões do país, onde predomina o clima subtropical. Por essa razão, é conhecida pelas baixas tempe raturas que caracterizam boa parte de seu território no período de inverno.
De modo geral, esse tipo de clima se caracteriza por temperaturas médias anuais entre 15 °C e 20 °C. Entretanto, no extremo sul do Rio Grande do Sul, as médias térmicas anuais são inferiores a 15 °C. 
Quanto à precipitação total anual, há variação entre 1500 e 2000 milímetros, sendo bem distribuída no decorrer do ano, o que favorece a prá tica da agricultura e da pecuária. 

Hidrografia

A Região Sul abriga uma vasta rede hidrográfica, sendo que parte dela corre por terrenos localizados em planaltos, fato que confere amplo potencial energé tico à região.
A Região Sul conta com rios caudalosos e extensos que correm em áreas planálticas e apresentam quedas-d’água aproveitadas para a produção de energia elétrica. É o caso do Rio Paranapanema, na divisa de São Paulo e Paraná; do Rio Paraná, na divisa dos estados do Paraná e de Mato Grosso do Sul, que corre na fronteira do estado do Paraná com o Paraguai; do Rio Iguaçu, que separa, em parte, os estados do Paraná e de Santa Catarina. 
É nesse rio que se encontram as famosas Cataratas do Iguaçu, na fronteira do Brasil com a Argentina e o Paraguai, trecho em que sua largura é reduzida de 4000 metros para 100 metros. Em todos esses rios foram construídas usinas hidrelétricas a fim de garantir a produção de energia para a região. 
Entre as usinas hidrelétricas presentes no Rio Paraná, uma em particular, a usina hidrelétrica de Itaipu – Itaipu Binacional –, destaca-se por sua magnitude. Ela é uma usina binacional, pois foi desenvolvida por meio de uma parceria entre os governos do Brasil e do Paraguai. A usina produziu em 2021 cerca de 66 milhões de gigawatts-hora (GWh). Por ter sido um ano mais seco, a energia produzida foi responsável pelo suprimento de aproximada mente 8,4% do consumo no Brasil, e 86% no Paraguai.
Embora a construção da usina hidrelétrica de Itaipu, iniciada em 1975, tenha sido um dos maiores empreendimentos de engenharia do país, foi alvo de muitas polêmicas, já que não foram poucos os impactos ambientais causados por sua construção.
Destaca-se também o Rio Uruguai, que nasce na Serra Geral com o nome de Rio Pelotas e, após receber as águas do Rio Canoas, passa a ser denomi nado Rio Uruguai. Esse rio faz a divisa entre os estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul e determina a fronteira deste estado com a Argentina.

O Aquífero Guarani


Além das águas superficiais, nessa região se localiza parte de um dos maiores reservatórios de águas subterrâneas do mundo: o Aquífero Guarani. Esse nome é uma homenagem da comunidade científica aos povos que habitavam a região do aquífero. Atualmente, sua denominação é Sistema Aquífero Guarani. Parte dele se localiza também nos territórios da Argentina, do Paraguai e do Uruguai. 
Em 2010, para ampliar a cooperação para um maior conhecimento científico e a ges tão responsável de seus recursos hídricos, baseando-se em “critérios de uso racional e sustentável”, o Brasil e esses três países assinaram o Acordo sobre o Sistema Aquífero Guarani.
Ratificado em 2017 pelo Congresso Nacional do Brasil, o acordo estabelece uma série de normas para o desenvolvimento de ações de conservação e aproveitamento sustentável dos recursos hídricos do Sistema Aquífero Guarani, respeitando o domínio territorial de cada país sobre as porções desse aquífero. 
O Brasil abriga cerca de 70% do Aquífero Guarani. A água armazenada nos poros das rochas sedimentares abastece muitos municípios por meio de poços artesianos.



Sudeste - A expansão da cafeicultura

A expansão da cafeicultura em direção ao interior de São Paulo


Chegando às terras mais interiores da província de São Paulo, na primeira metade do século XIX, a cafeicultura desenvolveu-se amplamente. Por volta de 1840 ocupou terras da Depressão Periférica Paulista, entre elas a área do atual município de Campinas (SP), que se situa na zona de contato entre essa depressão, a oeste, e o Planalto Cristalino ou Oriental, a leste.
Depois, avançou para o Planalto Ocidental Paulista, tanto na direção do Rio Grande, na divisa de Minas Gerais, como em direção ao Rio Paraná e ao Rio Paranapanema. No Planalto Ocidental Paulista, a cafeicultura encontrou condições de clima e solo bastante favoráveis para o seu desenvolvimento: clima tropical, com verão chuvoso e inverno seco, e médias anuais de temperatura superiores a 20 °C, além de manchas de terra roxa de grande fertilidade.
Assim como aconteceu com os canaviais do Nordeste nos séculos XVI e XVII e também com a expansão da monocultura cafeeira no Vale do Paraíba e na Zona da Mata Mineira, o avanço da cafeicultura no Planalto Ocidental Paulista provocou a devastação de grande parte da cobertura vegetal natural. A Mata Tropical e o Cerrado foram progressivamente substituídos por culturas agrícolas – café, amendoim, cana-de-açúcar etc. –, pela pecuária e ainda pela urbanização e construção de ferrovias.

Ferrovias, cafeicultura e produção 


As ferrovias tiveram papel importante na ocupação humana e, por conseguinte, na produção de espaços geográficos no Sudeste, particu- larmente no estado de São Paulo. Muitas cidades surgiram ao redor de estações ferroviárias, destinadas a receber a produção cafeeira e outros produtos. É o caso, por exemplo, de Adamantina, Araçatuba, Bauru, Lins, Lucélia, Penápolis, Pompeia, São José do Rio Preto, Tupã e Votuporanga, todas no estado de São Paulo. 
Ao mesmo tempo que foram construídas para escoar a produção cafeeira, devemos considerar que as ferrovias foram importantes para a industrialização inicial de São Paulo e do Rio de Janeiro ao propiciar o transporte tanto de matérias-primas para as indústrias como da produ ção industrial para o interior. Observe a localização das culturas de café ao longo das ferrovias paulistas no mapa. As ferrovias cumpriram esse papel até, aproximadamente, os anos 1950, quando teve início o desenvolvimento rodoviário.

A cafeicultura e a imigração estrangeira


Em 1850, com a Lei Eusébio de Queirós, que proibiu o tráfico de pes soas escravizadas da África para o Brasil, o problema da falta de mão de obra para a cafeicultura em expansão se agravou, pois o preço do escravo aumentou para quem desejasse comprá-lo. Esses fatos, somados ao movimento abolicionista, levaram os grandes plantadores de café a pensar se não seria mais conveniente e mais barato empregar trabalhadores livres. 
Considerando-se que o número de brasileiros livres nos espaços da cafeicultura era insuficiente para o trabalho nas fazendas, a solução encontrada pelos fazendeiros e pelo governo da época foi buscar mão de obra fora do Brasil. Agentes enviados para a Europa passaram a divulgar que o Brasil estava precisando de imigrantes para o trabalho na lavoura de café. Criou-se, então, um fluxo migratório para o país, que se acentuou após a abolição da escravidão, em 1888, particularmente para a província de São Paulo.
Imigrantes de várias nacionalidades vieram para São Paulo: espa nhóis, portugueses, japoneses, italianos e outros. Os italianos foram os que vieram em maior número. Contribuíram, assim, de forma significativa, como trabalhadores na cultura cafeeira, para a ocupação do território e a produção de espaços geográficos.

Trabalho livre e mercado interno  


Durante o período da escravidão, o mercado interno de consumo era bastante limitado. Os trabalhadores livres eram em pequeno número e os escravizados não recebiam salário por seu trabalho. Estavam, portanto, impossibilitados de comprar bens ou mercadorias. 
Com a expansão das relações assalariadas de trabalho e o estabe lecimento dos fluxos imigratórios, essa situação se alterou. Ao receber dinheiro pelo trabalho, o trabalhador passou a consumir e, em consequência, estimulou a produção interna de mercadorias e a industrialização. Além disso, muitos imigrantes trouxeram consigo técnicas de fabricação de variadas mercadorias. Uma parte deles montou oficinas ou pequenas fábricas que ao longo do tempo, em vista do crescimento urbano, transformaram-se em indústrias.
Desse modo, desde o final do século XIX, começou a se formar um mercado interno de consumo que favoreceu o desenvolvimento urbano, comercial, agrícola, indus trial, financeiro (dos bancos) e de prestação de serviços (escolas, hospitais, rede de água e de esgoto, coleta de lixo etc.). 
A cafeicultura, com seu dinamismo, movimen tou a economia e forneceu o capital financeiro para essas transformações no Sudeste, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Os espaços geográ ficos, até então produzidos de acordo com uma economia voltada para o mercado externo (espaços extrovertidos), passaram também a ser produzidos para atender às suas próprias necessidades.



A regionalização do espaço mundial

Vivemos em um mundo no qual vêm ocorrendo grandes mudanças em ritmo cada vez mais intenso, mas que apresenta fortes desigualdades: países co...