A América andina é formada por Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela, países que abrangem, em seus territórios, partes da cordilheira dos Andes. No caso, os Andes são um elemento natural muito marcante no território desses países, justificando a denominação regional.
A base da economia da América Andina é a produção de matérias-primas,
principalmente minerais, com destaque para a extração de ouro, prata, petróleo,
cobre, estanho, carvão e minério de ferro, que se destinam ao mercado externo.
A economia dos países da América andina, de modo geral, é estruturada em função das atividades agropecuárias e extrativistas.
A produção agrícola é bastante diversificada. Com exceção do Chile, onde
predominam as culturas de clima Subtropical (trigo, uva e aveia), nos demais paí-
ses andinos cultiva-se uma série de produtos tropicais: café e cana-de-açúcar,
na Colômbia (segundo produtor mundial de café); banana, no Equador (principal
produto agrícola de exportação do país); cacau, no Equador, na Colômbia e na Venezuela; além de milho, arroz e mandioca, produtos consumidos em larga escala
pela população andina e cultivados em todos esses países.
A pesca também é uma atividade expressiva em alguns países da América andina, sendo o Chile e o Peru os principais produtores de pescado. A presença de muitos peixes nas áreas litorâneas desses dois países se deve à passagem da corrente marítima de Humboldt (ou do Peru). Essa corrente traz grande quantidade de plânctons, microrganismos que são a base da cadeia alimentar nos oceanos.