O Uruguai possui aproximadamente 3,5 milhões de habitantes, dos quais grande parte se concentra no sul do país, sobretudo na capital, Montevidéu, que abriga 50% de toda a população do país.
O relevo aplanado e a vegetação de Pradarias contribuíram para que a pecuária se tornasse uma atividade relevante para o país, que apresenta um dos melhores indicadores sociais do continente latino-americano.
Cerca de 92% da população uruguaia vive em áreas urbanas. A capital do país, Montevidéu, concentra as atividades econômicas ligadas aos setores bancário e portuário, assim como a maior parte das indústrias – as principais são as alimentícias (frigoríficos e laticínios), têxteis (que aproveitam os produtos agropecuários) e químicas.
Os principais recursos naturais do país são: solos aráveis, recursos hídricos e pesca. Aproximadamente, 75% do território uruguaio é formado por terrenos baixos e planos, o que favorece a criação de gado para a produção de carne.
O país obtém energia elétrica por meio da queima de combustíveis fósseis, da atividade hidrelétrica e, principalmente, de fontes renováveis, como a eólica e a solar. O país não produz petróleo nem gás natural, sendo obrigado a importá-los. A economia é baseada no setor agropecuário.
O país é um grande produtor de cereais, como trigo, arroz e soja. Contudo, a maior força da economia uruguaia está relacionada à criação de gado bovino e ovino e à exportação de seus subprodutos, como carne, couro e lã.
O país tem uma arrecadação significativa com o turismo, com destaque para o balneário de Punta del Este. China, Brasil, Estados Unidos e Argentina são os principais destinos da exportação uruguaia.
No começo da década de 1990, o país iniciou uma política de privatização de empresas estatais, o que permitiu o aumento da arrecadação do governo e a diminuição dos gastos públicos. Essa medida também atraiu empresas e instituições financeiras internacionais, fazendo com que o país ganhasse fama de “paraíso fiscal”.
Entre 2004 e 2008, o Uruguai passou por um momento de forte cresci mento econômico, com médias anuais de 8%. Em 2009, a crise econômica internacional fez com que o crescimento econômico do país fosse de apenas 2,9%. No entanto, os uruguaios conseguiram evitar a recessão e a economia continuou crescendo por meio de investimentos privados e gastos públicos.
No período entre 2012 e 2016, devido à desaceleração da economia global e de seus parceiros do Mercosul (sobretudo Brasil e Argentina), a economia uruguaia diminuiu sua velocidade de crescimento. Uma das marcas do país nos últimos quinze anos é a combinação de abertura para o livre-comércio e fortes investimentos sociais.
O PIB do país em 2020 foi de aproximadamente 54 bilhões de dólares. Em relação aos seus indicadores sociais, o Uruguai apresenta alta expectativa de vida e índices satisfatórios de alfabetização, sendo classificado como um ótimo país para se viver.
O PIB uruguaio é bastante dependente do setor terciário, com destaque para o turismo. Na região do Pampa uruguaio, destaca-se a atividade pecuária, sobretudo a criação de gado bovino e ovino, responsável por boa parte das exportações – a carne, o couro e a lã são os principais produtos. Com a integração ao Mercosul nos anos 1990, o Uruguai aumentou as exportações para o Brasil e a Argentina.
Nenhum comentário:
Postar um comentário