A classificação de uma espécie inclui sua nomenclatura, de modo que ela possa ser identificada com facilidade, independentemente do local do mundo onde esteja o pesquisador e do idioma que ele fale.
Dessa forma, a nomenclatura científica possibilita a comunicação precisa entre os pesquisadores. Por exemplo, mandioca, maniva, aipim e macaxeira são nomes populares e regionais que correspondem à mesma espécie no Brasil, cujo nome científico é Manihot esculenta.
Também existem nomes populares que cor
respondem a mais de uma espécie. O abacaxi,
por exemplo, pode ser das espécies Ananas
comosus ou Ananas ananassoides.
O nome científico de uma espécie é binomial, isto é, composto de dois termos,
escritos em latim e destacados do texto.
Considerando, por exemplo, o nome científico
do ipê-amarelo, Tabebuia alba, o primeiro
termo, Tabebuia, indica o gênero ao qual a
árvore pertence e deve ser escrito sempre
com inicial maiúscula. Os dois termos juntos,
Tabebuia alba, indicam a espécie. O segundo
termo é escrito com inicial minúscula e nunca
deve ser escrito sozinho.
No imenso território brasileiro,
a espécie Tabebuia alba tem
diversos nomes populares,
como ipê-amarelo, ipê-ouro,
ipê-pardo, ipê-tabaco, ipê-do-cerrado e ipê-dourado.
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