quarta-feira, 13 de maio de 2026

A nomenclatura científica

A classificação de uma espécie inclui sua nomenclatura, de modo que ela possa ser identificada com facilidade, independentemente do local do mundo onde esteja o pesquisador e do idioma que ele fale. 
Dessa forma, a nomenclatura científica possibilita a comunicação precisa entre os pesquisadores. Por exemplo, mandioca, maniva, aipim e macaxeira são nomes populares e regionais que correspondem à mesma espécie no Brasil, cujo nome científico é Manihot esculenta.
Também existem nomes populares que cor respondem a mais de uma espécie. O abacaxi, por exemplo, pode ser das espécies Ananas comosus ou Ananas ananassoides. 
O nome científico de uma espécie é binomial, isto é, composto de dois termos, escritos em latim e destacados do texto. Considerando, por exemplo, o nome científico do ipê-amarelo, Tabebuia alba, o primeiro termo, Tabebuia, indica o gênero ao qual a árvore pertence e deve ser escrito sempre com inicial maiúscula. Os dois termos juntos, Tabebuia alba, indicam a espécie. O segundo termo é escrito com inicial minúscula e nunca deve ser escrito sozinho.

No imenso território brasileiro, a espécie Tabebuia alba tem diversos nomes populares, como ipê-amarelo, ipê-ouro, ipê-pardo, ipê-tabaco, ipê-do-cerrado e ipê-dourado.


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