A historiografia oficial afirma que em 1492 o navegador Cristóvão Colombo, financiado pela Espanha, encontrou terras desconhecidas pelos europeus. Anos mais tarde essas terras receberam o nome de América, em homenagem a Américo Vespúcio (1454-1512), banqueiro, navegador e um dos patrocinadores das primeiras expedições ao chamado Novo Mundo.
O Novo Mundo despertou o interesse de outros Estados-nações, principalmente Portugal, Inglaterra, França e Holanda. A partir do século XVI, o continente americano passou a ser ocupado e colonizado pelos europeus.
A primeira colônia europeia na América foi estabelecida pela Espanha, na ilha Hispaniola, atuais territórios do Haiti e da República Dominicana. Em poucas décadas, muitas outras colônias foram estabelecidas no continente.
Os países europeus colonizaram a América de maneiras diferentes, destacando-se as chamadas colônias de exploração e as colônias de povoamento.
As colônias de exploração foram implantadas em grande parte da América Latina e na porção sul da América Anglo-Saxônica. Suas principais características eram a monocultura (produção de um único gênero agrícola), realizada em latifúndios, com ênfase na pro dução de algodão, cana-de-açúcar e tabaco; e a extração de metais preciosos destinados à metrópole, com utilização do trabalho escravizado de indígenas e de africanos.
As colônias de povoamento foram implantadas, principalmente, ao norte e nas áreas centrais da América Anglo-Saxônica. Caracterizavam-se pela pequena propriedade, pelo trabalho livre, pela produção para o mercado interno. Em algumas propriedades havia trabalhadores assalariados e a economia foi desvinculada do pacto colonial. Essa “liberdade econômica” favoreceu o desenvolvimento das atividades comerciais com outras metrópoles.
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