segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

ESTADOS UNIDOS

Organização territorial e política

Com uma área territorial de 9 833 517 km², os Estados Unidos da América (EUA) são o segundo maior país do continente americano e o terceiro mais extenso do mundo, sendo apenas superado por Rússia e Canadá.
O território estadunidense é constituído por 50 Unidades Federativas (estados) e um Distrito Federal, onde está situada a capital do país, Washington.
Dois estados não se localizam em terras contínuas: o Alasca, território localizado no noroeste do continente americano, vendido pela Rússia aos Estados Unidos no ano de 1867, e o arquipélago do Havaí, anexado em 1898 por meio de um golpe que derrubou a monarquia que governava o então Estado havaiano.
Os Estados Unidos constituem uma federação, ou seja, os estados possuem autonomia política expressa em Constituições próprias.
Diferentemente de outros países que também são federações, como o Brasil, as Unidades Federativas dos Estados Unidos têm bastante autonomia, com leis que diferem de uma para outra: há estados onde, por exemplo, a idade mínima para dirigir é 16 anos, ao passo que, em outros, não se pode dirigir antes dos 18 anos; entre outras diferenças.

Distribuição da população

Segundo a ONU, no ano de 2021 os Estados Unidos abrigavam a terceira maior população do planeta: cerca de 337 milhões de habitan tes distribuídos irregularmente pelo território. As maiores concentrações populacionais do país estão:
- no Nordeste, área de ocupação mais antiga, iniciada pelo processo de colonização europeia e de forte concentração urbana e industrial, com destaque para uma das maiores megalópoles do mundo: a BosWash, região compreendida entre a cidade de Boston e a capital do país, Washington;
- na região dos Grandes Lagos, com destaque para a megalópole ChiPitts, entre as cidades de Chicago e Pittsburgh;
- na Costa Oeste, entre o oceano Pacífico e as Montanhas Rochosas. Nessa região, está locali zada a megalópole conhecida como SanSan, entre as cidades de San Francisco e San Diego.

Formação do território

O território dos Estados Unidos começou a ser delineado no século XVI com as Treze Colônias fundadas por ingleses. Essas colônias se desenvolveram de formas diferentes por um conjunto de fatores políticos, econômicos e físico-naturais.
Nas colônias do Norte, prevaleceram as chamadas colônias de povoamento, onde se destacava o cultivo de batata, trigo e cevada, entre outros produtos agrícolas.
Nas colônias do Sul, prevaleceram as colônias de exploração, destacando-se o cultivo de algodão e tabaco.
As Treze Colônias se relacionavam de formas diferentes com a metrópole. Enquanto as colônias do Norte eram mais independen tes e autônomas do ponto de vista político e econômico, as do Sul eram mais dependentes, principalmente do mercado inglês.
Os colonos do Norte iniciaram os movi mentos de resistência contra a Inglaterra, que resultariam na Proclamação da Independência em 1776. Como a Inglaterra impunha leis e medidas que os colonos consideravam injus tas e abusivas, eles passaram a organizar manifestações contra a metrópole, como o protesto conhecido como Festa do Chá de Boston. Revoltados com a lei que permitia aos comerciantes ingleses vender chá às colônias sem o pagamento de impostos, os colonos, com vestimentas indígenas, invadiram navios no porto de Boston e jogaram todo o carre gamento de chá inglês no mar. O evento está na origem da guerra pela independência dos Estados Unidos.

Expansão para o Oeste

Após a independência em 1776, o governo dos Estados Unidos iniciou o processo de expan são territorial para o Oeste, justificado pela doutrina do Destino Manifesto, segundo a qual os estadunidenses eram os escolhidos por Deus para se apropriar das terras entre o oceano Atlântico e o oceano Pacífico, onde deveriam construir uma grande nação.
Essa ideologia, aliada à ideia da superioridade racial anglo-saxã, foi usada por um longo tempo para justificar não só o expansionismo, mas também o extermínio de povos indígenas.
A expansão territorial envolveu a compra de territórios da França e da Espanha; tratados de cessão com a Inglaterra; conflitos com o México; expulsão, matança e confinamento de indígenas em reservas. O processo completou-se em cerca de 60 anos, quando foi atingida a costa do oceano Pacífico.

Composição étnica da população

Um dos aspectos pesquisados pelo Censo dos Estados Unidos é a origem étnica da população. As pessoas se autodefinem como brancas, negras, hispânicas, asiáticas, indígenas, entre outros grupos.
Assim como a população brasileira, a população estadunidense é formada pelos povos originários, pelos povos africanos escravizados e por imigrantes de várias partes do mundo, que começaram a migrar para os Estados Unidos após a Proclamação da Independência.
No século XIX, os Estados Unidos receberam fluxos significativos de imigrantes, principal mente irlandeses, alemães, ingleses e italianos, em busca de melhores condições de vida.
A imigração europeia foi fundamental para ocupar os territórios conquistados no Oeste. A fim de incentivar a presença dos colonos e garantir-lhes a propriedade das terras, o governo criou uma lei conhecida como Homestead Act (Lei de Propriedade Rural), que vendia terras aos interessados a preços simbólicos. Muitos imigrantes europeus, especialmente ingleses e alemães, se beneficiaram dessa lei. Sobre a participação dos povos escravizados na formação da população estadunidense, é importante destacar que os primeiros africanos foram trazidos da África em 1619 para trabalhar em fazendas no atual estado da Virgínia.
Embora a escravidão tenha sido abolida em 1863 durante a Guerra de Secessão (1861-1865), as con dições de vida da população negra pouco mudaram. Os estados do Sul resistiram à emancipação dos escra vizados, criando restrições legais, os “códigos negros”, que negavam liberdades básicas e introduziram a segregação racial em escolas, biblio tecas, banheiros públicos etc. Nos ônibus, por exemplo, os brancos se sentavam à frente e os negros, atrás. Caso houvesse um branco em pé, um negro deveria ceder seu lugar.
A segregação racial perdurou até meados dos anos 1950, quando movimentos de luta pelos direitos civis dos negros começaram a se organizar, realizando manifestações, marchas e greves que resultaram em algumas mudanças nas leis. O direito ao voto, por exemplo, só foi conquistado em 1965.
Nas décadas seguintes, novas ondas de protesto continuaram a acontecer. Mesmo assim, Os afro-americanos ainda têm menos acesso à educação e à saúde, salários inferiores à média nacional e menor representação política, além de sofrerem mais com a violência policial.
A migração de hispânicos para os Estados Unidos teve início nos anos 1940, com os mexi canos que vinham fazer trabalhos temporários nos estados do Texas, da Califórnia e do Arizona, entre outros. Depois, entre os anos 1960 e 1970, cubanos e porto-riquenhos começaram a se instalar no país, seguidos por imigrantes dos países da América Central nos anos 1980.

Lei anti-imigração

No início do século XXI, as leis e políticas imigratórias nos Estados Unidos tornaram-se mais restritivas, sobretudo em relação a imigrantes de origem muçulmana e latino-americana.
O governo de Donald Trump (2017-2021) autorizou a ampliação do muro ao longo de toda a fronteira com o México. Além disso, assinou o polêmico decreto anti-imigração, que mais tarde se tornou lei anti-imigração, a qual, entre outras medidas, suspendeu a admissão de refugiados por quatro meses e proibiu a entrada de cidadãos do Irã, do Sudão, da Síria, da Líbia, da Somália, do Iêmen e do Iraque.
Joe Biden, o presidente estadunidense que assumiu em 2021, pediu a revo gação dessa lei nesse mesmo ano, mas o pedido foi negado peja Justiça. A lei anti-imigração marcou a política de “tolerância zero” em relação à imigração ilegal. Em 2018, todas as pessoas detidas quando tentavam atravessar a fronteira com o México passaram a ser processadas criminalmente e presas em centros de detenção. Entre 2020 e 2021, mais de 1,5 milhão de pessoas foram detidas na fronteira, e começaram a ser reenviadas para seus países de origem, principalmente da América Central.
Entre esses imigrantes, há muitas crianças e adolescentes que migram com suas famílias ou sozinhas. Como a lei estadunidense proíbe que menores de idade permaneçam acompanhados de pessoas que estão sendo processadas, essas crianças eram levadas para abrigos e separadas de suas famílias. Em 2018, havia mais de 2 mil crianças nessa situação, o que gerou indignação mundial e inúmeros protestos. Atualmente, esses menores são encaminhados para famílias que os acolhem nos Estados Unidos.

Movimentos negros nas mídias sociais

O movimento Black Lives Matter (“Vidas Negras Importam”) surgiu nos Estados Unidos em 2013 para denun ciar a violência policial, o racismo e a discriminação no país.
O slogan e a hashtag #BlackLivesMatter começaram a ser amplamente usados nas redes sociais e nas manifestações que protestavam contra a morte de afro-americanos por poli ciais. Em maio de 2020, a morte de George Floyd (1973-2020), asfixiado por um policial branco, gerou uma onda de protes tos e manifestações nos Estados Unidos e em diversos países.
No Brasil, a violência policial também é um grave pro blema enfrentado pela população negra. Isso fez com que o movimento Black Lives Matter ou Vidas Negras Importam tivesse grande repercussão entre os movimentos ativistas negros brasileiros.

Potência mundial

Assim como os países europeus, os Estados Unidos também se lançaram na corrida imperialista no final do século XIX após terem completado a expansão para o Oeste.
Os principais fatores que contribuíram para o domínio de territórios pelos estadunidenses ao redor do mundo foram:
- o imenso território, rico em recursos naturais que ajudaram a impulsionar a industrialização e o desenvolvimento econômico;
- a saída para os oceanos Atlântico e Pacífico, que favorece o comércio internacional com Europa e Ásia e o posicionamento estratégico de navios militares. A Marinha estadunidense tem a maior e mais bem equipada frota do planeta, com bases para operar em várias regiões do mundo.
Desde o início do século XIX, os Estados Unidos consideram a América Latina uma área de importância vital aos seus interesses políticos, econômicos, militares e estratégicos. Em 1823, estabeleceram uma política denominada Doutrina Monroe (cujo lema era “América para os americanos”), que defendia a independência dos países americanos, considerando possíveis inter venções europeias uma ameaça à segurança regional. Em 1904, a política do Big Stick (Grande Porrete) atribuía às Forças Armadas estadunidenses o direito de invadir os países da América Latina para garantir seus interesses.
Após as duas Grandes Guerras Mundiais, os Estados Unidos tornaram-se o principal financiador da reconstrução dos países europeus arrasados pelos conflitos, determinando seu domínio no mundo capitalista.
Um exemplo da força econômica e financeira estadunidense foi a realiza ção da Conferência de Bretton Woods no ano de 1944, em Washington. Nessa conferência, os países capitalistas definiram um novo sistema para regular a economia e o comércio mundial. Estabeleceu-se como moeda principal o dólar estadunidense e foram criadas duas importantes instituições mundiais: o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird) e o Fundo Monetário Internacional (FMI).
A partir da década de 1960, temendo a expansão do socialismo para os países da América Latina, os Estados Unidos incentivaram a implantação das ditaduras militares na região e ofereceram suporte a elas para assegurar seus interesses políticos e econômicos.
Com o fim da União Soviética no início dos anos 1990, os Estados Unidos assumiram o papel de potência hegemônica planetária. Desde então, o país vem tomando decisões unilaterais em muitas situações, pensando exclusivamente em seus interesses e sem respeitar instituições como a ONU.
Desde o início do século XXI, o governo estadunidense vem se apoiando em uma política de combate ao terrorismo para justificar um grande esquema de inteligência e espionagem internacional, como também ataques militares em países como Iraque, Afeganistão e Síria.

Influência global

Embora tenham passado por crises econômicas e enfrentado a competição de outros países, como a China, os Estados Unidos ainda exercem grande influência econômica, política, militar e cultural no espaço mundial. Apresentam, por exemplo, o maior produto interno bruto (PIB) do mundo, estimado pelo FMI em 23 trilhões de dólares em 2021, pelo menos 14 vezes maior que o PIB do Brasil no mesmo ano (1,6 trilhão de dólares).
A influência política ocorre, muitas vezes, sobre organismos como o FMI, a ONU, o Banco Mundial e a Organização Mundial do Comércio (OMC). As ações desses organismos têm sido alvo de muitas críticas de outros países, que consideram altos os juros cobrados e apontam a imposição de condições de mercado que beneficiam as empresas estadunidenses.
A expansão dessas empresas pelo mundo aumentou ainda mais o poder econômico do país. Elas foram gradativamente instalando filiais em vários países, passando, em muitos deles, a controlar importantes setores da economia, tornando-os dependentes das políticas econômicas impostas pelos Estados Unidos.
Respaldados pelo enorme poderio militar, os Estados Unidos comandam intervenções armadas em conflitos locais e globais. Foi assim na Guerra do Golfo (1991), na Guerra do Kosovo (1999), na Guerra do Afeganistão (2002) e na Guerra do Iraque (2003). Ocorreu também em diversas intervenções militares antiterroristas e em guerras civis de países como a Somália (2007), a Líbia (2011), o Iraque e a Síria (2014). Em 2022, o país se posicionou contra a invasão da Ucrânia, impondo sanções à Rússia, como o bloqueio de contas bancárias e bens russos em território estadunidense e a suspensão das importações de petróleo russo, entre outras medidas.
Os Estados Unidos investem anualmente bilhões de dólares em armamentos, defesa antiterro rismo, administração de pessoal, informações e desenvolvimento de tecnologias que tornam as Forças Armadas estadunidenses as mais poderosas e mais bem equipadas do planeta, com um efetivo de 1,3 milhão de soldados. Também têm muitas bases militares espalhadas pelo mundo, de onde controlam ou iniciam diversas operações, além dos sistemas de monitoramento por satélite.

Relações internacionais

Liberdade de expressão, direito de ir e vir, direito de escolher os governantes, liberdade de imprensa, entre outros, são princípios democráticos declarados pelos Estados Unidos. A grande potência utilizou, em muitas ocasiões, a defesa da democracia como justificativa para realizar intervenções militares e aplicar sanções políticas e econômicas a diversos países, criando “inimigos” e tornando-se alvo de atentados terroristas.
Durante a Guerra Fria, os maiores opositores à política externa estadunidense eram a União Soviética e seus aliados. No início dos anos 1990, com a dissolução do bloco socialista, as relações com a maioria desses países foram retomadas.
O Oriente Médio também é uma região com a qual os Estados Unidos mantêm relações instáveis. Na década de 1980, o Irã se tornou um grande opositor estadunidense com a fundação da República Islâmica do Irã. Desde então, os dois países passaram por momentos de aproximação e distanciamento. Nos anos 1990, o Iraque do presidente Saddam Hussein (1937-2006) envolveu-se em duas guerras contra os Estados Unidos (Guerra do Golfo, em 1991, e Guerra do Iraque, em 2003). Deposto do poder, Hussein permaneceu escondido por alguns meses, mas foi capturado, julgado e condenado à morte em 2006 por crimes de guerra. O país ficou sob ocupação militar estadunidense até 2011.
O início do século XXI foi marcado pelos atentados de 11 de setembro de 2001, quando terroristas sequestraram aviões de passageiros e os lançaram contra alvos estratégicos – o World Trade Center, em Nova York (símbolo do poder econômico estadunidense), e o Pentágono, em Washington (símbolo do poder militar). Um quarto avião caiu numa área des povoada na Pensilvânia. Ao todo, mais de 3 mil pessoas morreram.
O ataque foi idealizado e organizado pelo grupo Al Qaeda, liderado por Osama bin Laden (1957-2011). Em resposta, o governo de George Bush (2001 2009) iniciou a “Guerra contra o Terror”. Nessa campanha de “caça aos terroristas”, os territó rios do Afeganistão e do Iraque foram ocupados em 2001 e 2003, respectivamente. As tentativas de implementação de governos favoráveis à política estadunidense trouxeram desordem política e social, miséria e ódio das popula ções locais pelos invasores.
Osama bin Laden foi morto em maio de 2011, durante o governo de Barack Obama (2009 2017). Nesse mesmo ano, as tropas estadunidenses se retiraram do Iraque e participaram de uma intervenção militar na Líbia, contra o regime de Muammar al-Gaddafi (1942-2011). Tinha início o conflito na Síria.
A política intervencionista estadunidense favoreceu o surgimento de grupos de resistência armada como o Estado Islâmico, que passou a controlar áreas estratégicas na Síria e no Iraque. Diante desse quadro, Barack Obama reenviou tropas ao Iraque em 2014, ordenou o bombardeio aos territórios ocupados pelo Estado Islâmico e manteve a ocupação do Afeganistão.
Apesar da política intervencionista, o governo Obama conseguiu realizar avanços no diálogo com países considerados adversários dos Estados Unidos, reatando, por exemplo, relações diplo máticas com Cuba e Irã.

De Trump a Biden

Em janeiro de 2017, Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos. Começou seu governo desfazendo acordos e políticas adotados por Barack Obama, demonstrando tendência ao isolamento do ponto de vista das relações internacionais.
Na esfera econômica, Trump retirou os Estados Unidos da Parceria Transpacífico (TPP). Esse acordo tinha o objetivo de expandir a área de influência estadunidense na região do Pacífico e da Ásia, fazendo frente à China.
Trump também elevou as taxas de importação de produtos chineses, complicando as relações com o maior rival econômico. Além disso, questionou os termos do antigo Nafta por considerá-los desvantajosos para a economia estadunidense.
Na política internacional, a retirada do acordo nuclear com o Irã reacendeu as tensões entre os dois países. Também tentou acordos para a redução do programa de armas nucleares da Coreia do Norte, mas havia desconfiança entre as partes.
O reconhecimento de Jerusalém (cidade considerada sagrada por judeus, católicos e muçul manos) como capital de Israel aumentou o desgaste das relações entre os Estados Unidos e os povos muçulmanos.
As políticas migratórias restritivas também foram duramente critica das pela comunidade internacional, assim como a gestão da pandemia de covid-19. Além das políticas que favoreceram o desmantelamento da infraestrutura da saúde pública, o presidente adotou uma postura negacionista, minimizando a gravidade do vírus, propagando informações falsas e desencorajando a população a usar máscaras.
Em novembro de 2020, Joe Biden (1942-) foi eleito presidente dos Estados Unidos. Em janeiro de 2021, apoiadores de Donald Trump invadiram o Capitólio, sede do Congresso Nacional, alegando fraude nas eleições, fato que foi desmentido pelas autoridades estadunidenses.
Biden conquistou mais de 80 milhões de votos e começou o mandato com 56% de aprovação. O presidente foi eleito tendo como principais promessas de campanha controlar a pandemia de covid-19 e reverter algumas políticas adotadas no governo Trump.
No plano internacional, Biden apostou no multilateralismo e na causa climática, além de retomar as negociações com o Irã. Contudo, o governo enfrentou problemas internos, como desemprego, protestos contra a violência policial e uma grave crise migratória na fronteira com o México.
Apesar de ter aprovado um pacote de ajuda para combater a pandemia e incentivar a vacinação, os índices de popularidade do presidente começaram a cair após a retirada das tropas estadunidenses do Afeganistão. Também foi bastante criticado por medidas adotadas para conter a imigração.
Em 2022, o grande desafio internacional do governo Biden foi a Guerra da Ucrânia. Os Estados Unidos condenaram a invasão da Rússia ao país do Leste Europeu e fizeram boicotes contra instituições e pessoas ligadas ao governo russo.




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