quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

As crises financeiras e econômicas de 2008 e 2011


De modo geral, o que desencadeia e alimenta as crises econômicas, atualmente, é a falta de regulamentação do mercado financeiro global.
A crise de 2008 resultou de vários fatores, especialmente do preço elevado dos imóveis e da larga oferta de créditos para sua compra nos Estados Unidos, voltada à população de baixa renda e, portanto, com alto risco de inadimplência, ou seja, impossibilidade de pagamento.
Apesar dos riscos, os créditos eram concedidos e as dívidas se tornavam papéis negociáveis no mercado financeiro. As negociações desses papéis, conhecidos como “títulos podres”, cujo valor fictício não tinha garantia real, criaram uma bolha financeira. Diante dessa situação, a “rolagem” das dívidas e das negociações cessou, causando a “quebra” de diversos bancos.
Em 2011, a crise financeira que atingiu países europeus como Itália, Espanha e Portugal, foi mo tivada pela inadimplência dos governos, que não conseguiram saldar seus compromissos. O país mais afetado foi a Grécia.
Em ambas as situações, os governos tiveram de emitir dinheiro, ou seja, imprimir mais notas para poder saldar seus compromissos. Uma das consequências desse tipo de ação é o aumento geral dos preços (inflação). As crises provocam o fechamen to de muitas empresas e a demissão de trabalha dores, os mais prejudicados.

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