quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Localização Geográfica da Palestina e as Fontes da História dos Hebreus

A Palestina era uma estreita faixa de terra banhada pelo rio Jordão e localizada a sudeste do atual Líbano.
A principal fonte da história antiga dos hebreus é a Bíblia, porém ela não relata fielmente os acontecimentos, pois sua preocupação volta-se muito mais para a unidade e identidade de um povo do que para um acontecimento narrado.
A Bíblia reflete a concepção mitológica dos hebreus. Como mito ela reflete o pensamento de um povo e como documento histórico ela permite acompanhar a evolução dos mitos e a concepção de mundo dos hebreus, fazendo referências a costumes e padrões de comportamento.
As outras fontes históricas são as obras de Flávio Josefo e de Filo, que fornecem informações sobre o período da dispersão dos judeus e de sua adaptação pelo mundo romano. Todas as fontes, porém, devem ser comparadas com os achados arqueológicos.

A Origem dos Hebreus


Segundo Gênesis, Abraão nasceu em Ur, cidade Caldeia da Mesopotâmia, e recebeu do Senhor a ordem de abandonar seu povo e se estabelecer na terra de Canaã (terra prometida). Isso teria ocorrido por volta de 2000 a.C. e seus descendentes teriam se multiplicado e formado o povo israelita.
O mito explicativo da origem de um povo, a partir de um ancestral comum, é bastante desenvolvido em sociedades primitivas nômades e pastoris, como a dos primitivos hebreus.
Nesse estágio, os israelitas, portadores de uma economia nômade e pastoril, viviam em clãs (famílias extensas), compostos pelo patriarca de cada clã, o poder e o prestígio eram personificados pelo patriarca, e os laços interclãnicos eram frouxos.
Hoje, temos várias evidências da origem mesopotâmica do povo hebreu, tais como a semelhança entre mitos mesopotâmicos e mitos hebreus (mito do dilúvio, por exemplo) e a semelhança linguística, pois o hebreu é uma língua de origem semita, pertencente ao mesmo grupo do aramaico e de outras línguas mesopotâmicas.
Teria sido Jacó, mais tarde chamado Israel, o chefe da ocupação da Palestina no século XVII a.C., para uns, ou no século XIV a.C., para outros. Nessa época, algumas tribos israelitas, junto com outros hebreus vitimados pela fome, partiram para o Egito, onde foram escravizados pelo Estado.
Por volta de 1350 a.C., liderados por Moisés, teriam se retirados do Egito através da abertura no Mar Vermelho.Nesse período de êxodo, os hebreus possuíam seu sistema religioso monoteísta.
Ao regressarem do Egito, encontraram suas terras ocupadas pelos cananeus e tiveram que lutar pela sua posse, já que haviam abandonado o nomadismo durante sua permanência no Egito. Essa conquista foi lenta, permitindo a miscigenação entre israelitas e cananeus, que falavam línguas semelhantes.
Durante esse período, os hebreus desenvolveram um sistema tribal, onde a propriedade privada dos bens de produção inexistia.
Mais tarde, os filisteus se apoderaram da costa meridional da palestina e durante quase um século os israelitas lutaram contra eles. Foi nessa época que se formou a monarquia hebraica.

Características da Monarquia Hebraica

A monarquia iniciou-se com Saul, mas foi seu sucessor Davi, que conseguiu atrair as tribos do sul para seu reino. No reinado de Davi e mais tarde de Salomão, seu filho, a monarquia atingiu seu apogeu, sem jamais poder ser comparada, entretanto, aos grandes impérios egípcio ou babilônico. A organização do Estado tornou-se mais complexa, e os antigos chefes de clãs, de gens e mesmo os chefes guerreiros transformaram-se na aristocracia, que enriquecia com o comércio de caravanas e com a apropriação das terras dos camponeses endividados.
As construções de grandes templos levavam ao aumento de impostos e de trabalhos excedentes que os camponeses deviam ao Estado, o que tornava cada vez mais difícil à vida das camadas populares. Por outro lado, a construção dos templos e a instauração de uma camada de sacerdotes, portadores de certos direitos inacessíveis ao povo, acabavam com os aspectos mais livres da religião, criando uma estreita dependência entre o povo e o poder político.
Por volta de 935 a.C., as dez tribos do norte revoltaram-se contra o rei Roboão, sucessor de Salomão, e formaram o reino independente de Israel, enquanto as duas tribos do sul formaram o reino de Judá.
O reino de Israel, enfraquecido pelas revoltas internas e pelas constantes guerras com Judá, foi dominado em 723 a.C. pelos assírios. O reino de Judá foi conquistado pelos caldeus, liderados por Nabucodonosor, em 586 a.C., e os judeus foram levados como escravos para a Babilônia.

A Diáspora dos Judeus

Os judeus recobraram certa independência quando os persas, sob o comando de Ciro, conquistaram a Babilônia. No ano de 333 a.C., Alexandre, o Grande, da Macedônia, dominou todo o oriente Médio, mas aos poucos, depois de longas lutas, os judeus consolidaram sua independência.
Com a expansão do império romano, essa região passou a ser dominada por Roma. Mesmo dominados os judeus mantiveram uma autonomia relativa até o ano 70 de nossa era. Nesse ano, os romanos tentaram construir um templo para Júpiter, em Jerusalém, o que ocasionou a rebelião do povo judeu. O esmagamento dessa rebelião provocou sua fuga para diversas partes do mundo. A partir desse momento deixou de existir um Estado judeu até o ano de 1948. Essa dispersão dos judeus pelo mundo é conhecida como diáspora.

Civilização dos Hebreus

Localização Geográfica da Palestina e as Fontes da História dos Hebreus


A Palestina era uma estreita faixa de terra banhada pelo rio Jordão e localizada a sudeste do atual Líbano.
A principal fonte da história antiga dos hebreus é a Bíblia, porém ela não relata fielmente os acontecimentos, pois sua preocupação volta-se muito mais para a unidade e identidade de um povo do que para um acontecimento narrado.
A Bíblia reflete a concepção mitológica dos hebreus. Como mito ela reflete o pensamento de um povo e como documento histórico ela permite acompanhar a evolução dos mitos e a concepção de mundo dos hebreus, fazendo referências a costumes e padrões de comportamento.
As outras fontes históricas são as obras de Flávio Josefo e de Filo, que fornecem informações sobre o período da dispersão dos judeus e de sua adaptação pelo mundo romano. Todas as fontes, porém, devem ser comparadas com os achados arqueológicos.

A Origem dos Hebreus


Segundo Gênesis, Abraão nasceu em Ur, cidade Caldeia da Mesopotâmia, e recebeu do Senhor a ordem de abandonar seu povo e se estabelecer na terra de Canaã (terra prometida). Isso teria ocorrido por volta de 2000 a.C. e seus descendentes teriam se multiplicado e formado o povo israelita.
O mito explicativo da origem de um povo, a partir de um ancestral comum, é bastante desenvolvido em sociedades primitivas nômades e pastoris, como a dos primitivos hebreus.
Nesse estágio, os israelitas, portadores de uma economia nômade e pastoril, viviam em clãs (famílias extensas), compostos pelo patriarca de cada clã, o poder e o prestígio eram personificados pelo patriarca, e os laços interclãnicos eram frouxos.
Hoje, temos várias evidências da origem mesopotâmica do povo hebreu, tais como a semelhança entre mitos mesopotâmicos e mitos hebreus (mito do dilúvio, por exemplo) e a semelhança linguística, pois o hebreu é uma língua de origem semita, pertencente ao mesmo grupo do aramaico e de outras línguas mesopotâmicas.
Teria sido Jacó, mais tarde chamado Israel, o chefe da ocupação da Palestina no século XVII a.C., para uns, ou no século XIV a.C., para outros. Nessa época, algumas tribos israelitas, junto com outros hebreus vitimados pela fome, partiram para o Egito, onde foram escravizados pelo Estado.
Por volta de 1350 a.C., liderados por Moisés, teriam se retirados do Egito através da abertura no Mar Vermelho. Nesse período de êxodo, os hebreus possuíam seu sistema religioso monoteísta.
Ao regressarem do Egito, encontraram suas terras ocupadas pelos cananeus e tiveram que lutar pela sua posse, já que haviam abandonado o nomadismo durante sua permanência no Egito. Essa conquista foi lenta, permitindo a miscigenação entre israelitas e cananeus, que falavam línguas semelhantes.
Durante esse período, os hebreus desenvolveram um sistema tribal, onde a propriedade privada dos bens de produção inexistia.
Mais tarde, os filisteus se apoderaram da costa meridional da palestina e durante quase um século os israelitas lutaram contra eles. Foi nessa época que se formou a monarquia hebraica.

Características da Monarquia Hebraica


A monarquia iniciou-se com Saul, mas foi seu sucessor Davi, que conseguiu atrair as tribos do sul para seu reino. No reinado de Davi e mais tarde de Salomão, seu filho, a monarquia atingiu seu apogeu, sem jamais poder ser comparada, entretanto, aos grandes impérios egípcio ou babilônico. A organização do Estado tornou-se mais complexa, e os antigos chefes de clãs, de gens e mesmo os chefes guerreiros transformaram-se na aristocracia, que enriquecia com o comércio de caravanas e com a apropriação das terras dos camponeses endividados.
As construções de grandes templos levavam ao aumento de impostos e de trabalhos excedentes que os camponeses deviam ao Estado, o que tornava cada vez mais difícil à vida das camadas populares. Por outro lado, a construção dos templos e a instauração de uma camada de sacerdotes, portadores de certos direitos inacessíveis ao povo, acabavam com os aspectos mais livres da religião, criando uma estreita dependência entre o povo e o poder político.
Por volta de 935 a.C., as dez tribos do norte revoltaram-se contra o rei Roboão, sucessor de Salomão, e formaram o reino independente de Israel, enquanto as duas tribos do sul formaram o reino de Judá.
O reino de Israel, enfraquecido pelas revoltas internas e pelas constantes guerras com Judá, foi dominado em 723 a.C. pelos assírios. O reino de Judá foi conquistado pelos caldeus, liderados por Nabucodonosor, em 586 a.C., e os judeus foram levados como escravos para a Babilônia.

A Diáspora dos Judeus


Os judeus recobraram certa independência quando os persas, sob o comando de Ciro, conquistaram a Babilônia. No ano de 333 a.C., Alexandre, o Grande, da Macedônia, dominou todo o oriente Médio, mas aos poucos, depois de longas lutas, os judeus consolidaram sua independência.
Com a expansão do império romano, essa região passou a ser dominada por Roma. Mesmo dominados os judeus mantiveram uma autonomia relativa até o ano 70 de nossa era. Nesse ano, os romanos tentaram construir um templo para Júpiter, em Jerusalém, o que ocasionou a rebelião do povo judeu. O esmagamento dessa rebelião provocou sua fuga para diversas partes do mundo. A partir desse momento deixou de existir um Estado judeu até o ano de 1948. Essa dispersão dos judeus pelo mundo é conhecida como diáspora.


A Civilização Hebréia


O território da Palestina formava um estreito corredor que unia os impérios da Mesopotâmia e do Egito.
A moral e a ética dos hebreus foram o seu principal legado. Elas serviriam de base para o judaísmo e o cristianismo.

Localização e clima


A Palestina ficava entre o rio Jordão e o mar Mediterrâneo. Apesar de ser um território pouco extenso, a Palestina era formada por três regiões geográficas:
• a região norte, a Galileia, era formada por colinas cobertas de vegetação;
• a região central, Samaria, era menos fértil do que a Galileia, apesar de entrecortada por muitos vales;
• o sul, a Judéia, era uma região árida e montanhosa.

O rio Jordão é o único que atravessa toda a Palestina. Ele nasce nos montes da Fenícia, percorre 220 quilômetros e desemboca no Mar Morto.
A Palestina foi sucessivamente invadida e conquistada. Nesta terra os Hebreus fundaram o Reino de Israel, construíram o Templo de Jerusalém e legaram ao Ocidente dois monumentos imperecíveis: a Bíblia e a Religião Monoteísta.
A História dos Hebreus pode ser conhecida através do Antigo Testamento da Bíblia, cujas informações tem sido muitas vezes confirmadas pela Arqueologia. Sabe-se que três etapas marcaram a história dos Hebreus: a dos Patriarcas, a dos Juízes e a dos Reis.

A Fase dos Patriarcas


Os Patriarcas eram os membros mais velhos e os líderes das tribos. O primeiro Patriarca foi Abraão. Por volta do II milênio a.C. os hebreus liderados por Abraão emigraram da Mesopotâmia (Ur) e instalaram-se às margens do Mar Mediterrâneo, numa região chamada PALESTINA. Era uma estreita faixa de terra entre o deserto da Arábia e o Mar, pouco propícia à agricultura, que servia de passagem entre a Europa e a Ásia Menor.
Após a migração para a Palestina, os Hebreus, devido ao próprio crescimento demográfico, tiveram um avanço em sua condição social de clãs para tribos independentes, embora preservando costumes e tradições comuns. Por volta de 1.700 a.C. devido a um longo período de seca e fome, os hebreus emigraram para o Egito, na época sob domínio dos Hicsos. Aí os hebreus prosperaram e chegaram a ocupar altos postos na administração. Após a expulsão os hicsos do Egito, os hebreus foram escravizados, permanecendo no Egito por aproximadamente 400 anos. O Cativeiro no Egito só terminou quando o Patriarca Moisés libertou os hebreus e os reconduziu à Palestina. Esse episódio recebeu o nome de ÊXODO. (por volta de 1.250 a.C.).
(Fonte: Sociedades Bíblicas Unidas)

Segundo a tradição bíblica, foi no monte Sinai, na península de mesmo nome, que Moisés recebeu do deus Jeová os Dez Mandamentos, que regulavam a moral e os costumes do povo hebreu. Moisés foi o responsável pela implantação do Monoteísmo entre seu povo. Após a morte de Moisés, os hebreus chegaram à Palestina, encontrando-a, porém, povoada pelos Cananeus. Para enfrentá-los de forma mais unida e organizada, os hebreus escolheram Juízes para comandá-los.

A Fase dos Juízes


Josué, sucessor de Moisés, iniciou a luta pela reconquista da Palestina. As necessidades da guerra levaram a uma gradual centralização da autoridade nas mãos de líderes políticos e militares que recebiam o título de Juízes. Liderados por eles, conseguiram conquistar a Palestina. Os Juízes mais conhecidos foram Sansão e Samuel. Quando a Palestina foi invadida pelos Filisteus, ficou evidente a necessidade de um governo mais centralizado para combater os inimigos. Foi instituída, então, a Monarquia.

A Fase dos Reis – A Monarquia


Os primeiros reis, Saul e Davi, lutaram contra os Filisteus, consolidando a conquista da Palestina e fazendo de Jerusalém sua capital. Em 996 a.C. Davi foi sucedido por Salomão.
O reinado de Salomão representou o apogeu da monarquia, com a existência de amplo comércio com povos vizinhos, reforço do exército e a construção de grandiosas obras, como o Templo de Jerusalém. Esse grande poder, no entanto, dependeu do aumento de impostos e da utilização de grande número de indivíduos sujeitos a trabalhos forçados. Após a morte de Salomão (926 a.C.), as tribos hebraicas, insatisfeitas com essa situação, se dividiram, formando os Reinos de Israel (norte) e de Judá (sul). Essa separação das tribos hebraicas em dois reinos é chamada de CISMA. O cisma representou o rompimento da unidade política do povo hebreu.

O Reino de Israel tinha sua capital em Samaria.

O Reino de Judá tinha sua capital em Jerusalém.

Enfraquecidas pela divisão e pelas revoltas devido à permanência dos desajustes sociais e dos altos impostos, as tribos hebraicas eram presas fáceis dos impérios vizinhos. Assim, em 722 a.C. o Reino de Israel foi conquistado pelos Assírios, as tribos desapareceram totalmente, uma vez que seus integrantes foram mortos ou deportados. O Reino de Judá durou um pouco mais, sendo dominado pelos Babilônios em 587 a.C. que escravizaram os hebreus, levando-os para a Babilônia. Esse episódio ficou conhecido como CATIVEIRO DA BABILÔNIA (587 a 538 a.C.). Quando os Persas comandados por Ciro conquistaram a Babilônia em 539 a.C. , os Hebreus foram libertados e tiveram permissão para retornar à Palestina. Posteriormente, a Palestina foi conquistada por Alexandre Magno, da Macedônia (333 a.C.) e pelos romanos (63 a.C.).
Durante a dominação romana, ocorreu o nascimento de Jesus Cristo (ano 1), cujos ensinamentos deram início ao Cristianismo.
Em 70 d.C. os romanos destruíram o Templo de Jerusalém, provocando a revolta dos hebreus. A cidade de Jerusalém foi arrasada pelos romanos.
Mais tarde, em 131 d.C., o imperador romano Adriano empreendeu violenta repressão aos hebreus, levando-os a se dispersar pelo mundo. Esse episódio é conhecido como DIÁSPORA.
Os judeus passaram a viver em diferentes países, mas, apesar disso, conseguiram manter a unidade cultural.
Somente em 1948, os judeus voltaram a se estabelecer na antiga Palestina, fundando o Estado de Israel.

Atividades Econômicas dos Hebreus


A localização geográfica privilegiada da Palestina, região situada entre o Egito e a Mesopotâmia assim como entre o Mediterrâneo e o Mar Vermelho, desempenhou um importante papel nas atividades econômicas desenvolvidas pelos hebreus. Ao lado do pastoreio e da agricultura, desenvolvidos principalmente nas terras férteis do vale do Rio Jordão, os hebreus estabeleceram também intensas relações comerciais com os povos do Oriente Antigo, o Egito, a Fenícia, a Síria, a Ásia Menor, a Mesopotâmia, a Arábia e o Reino de Sabá (atual Etiópia) eram os principais parceiros comerciais dos hebreus. Esse comércio atingiu o apogeu no reinado de Salomão.

O Legado Cultural


A mais importante e original realização dos hebreus foi no campo religioso. Essa civilização elaborou uma religião, o Judaísmo, baseado na ideia da existência de um único Deus e os hebreus se tornaram o único povo monoteísta da história do Oriente Antigo. O Judaísmo caracterizou-se por valorizar as virtudes morais humanas como a honestidade, a bondade e a justiça, pela crença na vinda de um salvador da humanidade, o Messias; pela crença na imortalidade da alma, que seria recompensada ou castigada após a morte, e no Juízo Final; pela crença num Deus justo e presente em todos os lugares. O Judaísmo influenciou o Cristianismo e o Islamismo. A literatura dos hebreus foi a mais rica do Oriente Antigo: destaca-se: Os Salmos, Cântico dos Cânticos, Livro de Jó.

JUDÉIA

Nome de uma região que existiu, na Antiguidade, na parte meridional da Palestina, entre o Mar Morto e o Mediterrâneo. A Judéia recebeu seu nome da tribo de Judá, que se estabeleceu na região. Seus habitantes eram chamados de judeus, nome que mais tarde passou a designar todos os israelitas.
O rei Davi era proveniente do território de Judá. Ele estabeleceu Israel em torno de um reino e fez de Jerusalém sua capital. Após a morte de Salomão, a nação foi dividida em dois reinos: Israel, ao norte, e Judá, ao sul. Jerusalém continuou capital de Judá. Em 587 a.C., os babilônios tomaram Jerusalém e exilaram muitos judeus. O imperador persa Ciro permitiu que eles retornassem à Judéia em 538 a.C.
A Judéia conseguiu a independência no séc. II a.C., mas se tornou província romana em 63 a.C. Os judeus revoltaram-se contra Roma em 66 d.C. A Judéia desapareceu do mapa em 70 d.C., quando os romanos ocuparam Jerusalém e destruíram o segundo Templo, dando início à diáspora judaica, que duraria cerca de 2 mil anos.

Antiga sociedade chinesa

A sociedade chinesa era muito tradicional e cerimoniosa. Acima de todos os elementos ficava o imperador, adorado como 'filho do céu'...