Cada forma de reprodução apresenta vantagens e desvantagens para o indivíduo e, portanto, para a população daquela espécie.
Na reprodução assexuada, a principal vantagem para o indivíduo é a economia de energia: não é preciso procurar parceiros nem produzir gametas. Para a população, a vantagem é a geração de grande quantidade de descendentes adaptados às condições ambientais daquele hábitat, o que garante aumento rápido do crescimento da população.
Como todos os descendentes de um mesmo organismo são idênticos a ele, dizemos que há pouca ou nenhuma variabilidade entre eles. Isso significa que, em caso de uma alteração ambiental, como uma mudança de temperatura, umidade ou salinidade, ou no caso de uma doença, existe um grande risco de toda a população ser eliminada de uma só vez, constituindo uma desvantagem desse tipo de estratégia reprodutiva.
Na reprodução sexuada, a principal vantagem é a grande variabilidade genética dos descendentes, que herdam um dos conjuntos
cromossômicos do pai e o outro da mãe, ou seja, eles
não são idênticos a nenhum de seus genitores. Essa
diversidade aumenta a chance de sobrevivência da
espécie em caso de alterações no ambiente.
Entretanto, a reprodução sexuada também tem
desvantagens, como a necessidade do encontro entre
machos e fêmeas, o que implica gasto de energia; a
possibilidade de transmissão de doenças entre parceiros; a menor quantidade de descendentes, quando
comparada com a reprodução assexuada, resultando
em um crescimento mais lento da população.
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