A gravidez se conclui com o parto, evento em que tanto o bebê
quanto a placenta saem do organismo materno. O parto pode ocorrer
de maneira normal (natural) ou ser realizado por meio de uma cirurgia
denominada parto cesárea.
Geralmente, ao final das 38 semanas, o bebê já está pronto para nascer. No parto natural, o corpo da mulher se prepara para permitir a saída do bebê pelo canal da vagina. A musculatura do útero começa a contrair e relaxar, o âmnio se rompe, e o líquido amniótico sai pela vagina. O rompimento da bolsa amniótica é sinal de que o parto teve início. A intensidade e a frequência das contrações uterinas aumentam até levar à expulsão do bebê pelo canal da vagina.
No parto normal, ocorrem inicialmente contrações uterinas, estimuladas pela ocitocina e outros hormônios, que promovem a abertura
do colo do útero, seguidas de contrações que expulsam o bebê para o
ambiente externo, pela vagina da mãe. Esse processo tem duração variável e pode demorar algumas horas.
Em determinadas situações, o parto natural pode apresentar risco para a vida da mãe ou do bebê. Nesses casos, o parto pode ser feito por um procedimento cirúrgico chamado cesariana. Nele, faz-se um corte através do abdômen e do útero maternos, por onde o bebê é retirado. Esse tipo de parto é recomendado apenas
nos casos em que existam complicações que impeçam a saída natural
do bebê pela vagina ou quando há riscos para a mãe ou para o bebê.
Após o nascimento, o cordão umbilical do bebê é cortado e amarrado pelo médico (o bebê não sente dor nesse procedimento). Depois de alguns dias, o pedaço de cordão umbilical que ficou no corpo do bebê seca e cai, deixando uma marca, que é o umbigo.
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