A teoria do Big Bang é a mais aceita pela comunidade científica para explicar a origem do Universo. Ela foi formulada por cientistas no século XX e, até hoje, muitos pesquisadores estudam evidências para comprová-la ou para demonstrar que ela não é adequada.
Segundo essa teoria, há cerca de 13,7 bilhões de anos ocorreu uma explosão provocada por uma grande concentração de massa e energia, da qual se originou o Universo. A teoria está fundamentada em observações feitas por cientistas que demonstraram que o Universo está em constante expansão.
O ser humano sempre teve interesse em saber como
o nosso planeta, o Sol e as outras estrelas, a Lua, os
mares e os animais foram criados. Ao longo da história,
vários povos, em diferentes lugares e períodos, procuraram explicar o surgimento do Universo, muitas vezes
com base em sua religião.
Por isso, existem diversas explicações para a origem
do Universo, para o surgimento da vida e da natureza.
Os gregos antigos, por exemplo, acreditavam que, no
início, o Universo era uma grande escuridão, um vazio, governado pelo único deus que existia, conhecido
como Caos. Depois surgiu a Terra, chamada de Gaia,
que gerou o céu, o mar e as montanhas. Na Bíblia cristã, está escrito que
Deus criou o mundo, o ser humano e todas as coisas.
Com o desenvolvimento da ciência, outras explicações foram elaboradas.
No século XX, cientistas chegaram à conclusão de que o Universo surgiu de uma explosão ocorrida há cerca de 15 bilhões de anos. Do resfriamento e do endurecimento dos fragmentos dessa explosão surgiram os
planetas e as estrelas. Esse evento recebeu o nome de big bang, expressão em inglês que significa “grande explosão”.
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