Casado com uma filha de Akhenaton, Tutancâmon reinou logo depois do sogro, entre 1334 a.C. e 1325 a.C. Tinha apenas 9 anos quando se tornou faraó. Ele transferiu a capital para Mênfis, no norte, e restaurou os antigos cultos. Apesar de seu breve governo, Tutancâmon tornou-se um dos mais famosos faraós. E não porque tenha realizado qualquer grande feito, pois não teve tempo. É que seu túmulo foi o único a ser achado intacto pelo arqueólogo inglês Howard Carter, em 1922, após cinco anos de escavações.
Seu túmulo, descoberto em 1922 pelo arqueólogo britânico Howard Carter, não havia sido aberto desde os tempos antigos e ainda continha a maioria de seus tesouros. Vários aposentos do túmulo estavam repletos de objetos que haviam pertencido a Tutancâmon.
Essas peças, inclusive o caixão interior de ouro maciço, encontram-se atualmente no Museu do Cairo. O corpo do rei, encontrado em um caixão triplo, foi devolvido ao túmulo.
Os sábios desconhecem a identidade dos antepassados de Tutancâmon. Muitos acreditam que ele era neto do rei Amenófis III e filho de Aquenáton. Outros sustentam que era genro ou irmão de Aquenáton, que havia feito de Áton, o Sol, o único deus do Egito. Inicialmente o nome de Tutancâmon era Tutancáton, que significava a vida de Áton é agradável.
Os sacerdotes do deus Amon forçaram-no a abandonar a religião de Aquenáton e tomar o nome de Tutancâmon.
Tutancâmon tinha 8 ou 9 anos quando se tornou rei e seu reinado, sem importância, durou apenas nove anos. O ministro Ay, provavelmente seu avô ou tio-avô, serviu como co-regente. Ay sucedeu a Tutancâmon como rei e conduziu seu funeral até o Vale dos Reis.
Depois da morte de Tutancâmon, sua viúva pediu ao rei hitita Xupiluliuma que lhe enviasse um de seus filhos para se casar com ela e dividir o trono.
O rei enviou o príncipe Zananza, mas este foi interceptado e morto pelos egípcios. Consequentemente uma nova dinastia assumiu o trono.
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