Só aprende aquele que se apropria do aprendido transformando-o em apreendido, com o que pode por isso mesmo, reinventá-lo; aquele que é capaz de aplicar o aprendido-apreendido a situações existentes concretas" Paulo Freire.
As tendências pedagógicas originam-se de movimentos sociais e filosóficos, num dado momento histórico, que acabem por propiciar a união das práticas didático-pedagógicas, com os desejos e aspirações da sociedade de forma a favorecer o conhecimento, sem contudo querer ser uma verdade única e absoluta. Seu conhecimento se reveste de especial importância para o professor que deseja construir sua prática.
Segundo Fusari e Ferraz:
"... a concepção de arte pode auxiliar na fundamentação de uma proposta de ensino e aprendizagem artísticos, estéticos, e atende a essa, mobilidade conceitual, é a que representa e do exprimir." (Ferraz e Fusari, 1983.p.18)
É a partir desses conhecimentos que podemos propor mudanças que propiciem o desenvolvimento do fazer, representar e exprimir. Por isso, o professor deve estar ao par das teorias e tendências pedagógicas ao problematizar suas questões do cotidiano e ao pensar sua prática, sem contudo estar firmemente preso a uma delas. Deve, antes de tudo procurar o melhor de cada uma, seguindo uma aplicação cuidadosa que permita avaliar sua eficiência.
Segundo Pessi:
"Os fundamentos da Arte-Educação são os pensamentos construídos cotidianamente conforme as experiências vividas nas situações de ensino aprendizagem, são a teoria que sustenta nossa prática, são os princípios; os conhecimentos organizados que contribuem para - e porque não dizer, determinam - uma prática arte - educativa consciente e de qualidade." (Pessi, 1994.p.24)
Devemos ressaltar que as teorias são importantes, mas cabe ao professor construir sua prática embasado nelas, elas são elementos norteadores e não "receitas" prontas. Vemos que na prática escolar os condicionantes sócio-políticos exercem forte ascendência sobre as tendências pedagógicas, que foram classificadas em:
Liberais - Marcou a Educação no Brasil nos últimos 50 anos, mostrando-se ora conservadora, ora renovada. A Pedagogia Liberal enfatiza: o preparo do indivíduo para o desempenho de papeis sociais, de acordo com as aptidões individuais; os indivíduos precisam aprender a adaptarem-se aos valores e á normas vigentes na sociedade de classes e, embora propague a ideia de igualdade de oportunidades, não leva em conta a desigualdade de condições.
Progressista - É uma tendência que parte da análise crítica das realidades sociais que sustentam as finalidades sócio-políticas da educação. A Pedagogia Progressista não tem como institucionalizar-se numa sociedade capitalista, por isso se constitui num instrumento de luta dos professores ao lado de outras práticas sociais.
As tendências Pedagógicas estão divididas em:
1. Tendências Idealistas-Liberais:
Pedagogia Tradicional: O papel da escola é para o preparo intelectual, Iniciou-se no século XIX e domina grande parte do século XX, sendo ainda hoje utilizada. Inclui tendências e manifestações diversas.
Pedagogia Renovada: É a chamada Pedagogia Nova, conhecida como movimento do Escolanovismo ou Escola Nova, origina-se na Europa e Estados Unidos, no final do século XIX, influenciando o Brasil por volta dos anos 1930.
Pedagogia Tecnicista: Determinada pela crescente industrialização, quando a Pedagogia do Escolanovismo não responde às questões referentes ao preparo de profissionais. Desenvolveu-se na Segunda metade do século XX nos Estados Unidos e no Brasil de 1960 a 1979.
2.Tendências Realistas-Progressistas:
Pedagogia Libertadora: Parte de uma análise crítica das realidades sociais, sustentando as finalidades sócio-políticas da educação. Iniciou-se nos anos 1960.
Pedagogia Libertária: Procura a independência teórica-metodológica. Dá maior ênfase às experiências se autogestão, à prática da não diretividade e à autonomia. Constitui-se em mais um instrumento de luta do professorado, ao lado de outras práticas sociais, pois não tem como institucionalizar-se na sociedade capitalista.
Pedagogia Histórico-Crítica: Surge no fim dos anos 1970, em contraposição à escola que reproduz o sistema e as desigualdades sociais. Dê ênfase às relações interpessoais e ao crescimento que delas resulta, centrado no desenvolvimento da personalidade do indivíduo, em seus processos de construção e organização pessoal da realidade e em sua capacidade de atuar como uma pessoa integrada.
Podemos esquematizar as principais características dessas pedagogias baseadas em Fusari e Ferras (1993. p.22-23), Pessi (1994. P. 26-31) e Mizukami (1986. P. 7-103), sob forma de mapas conceituais.
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PEDAGOGIA
TRADICIONAL
Tendência
Liberal
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Período séc. XIX
e XX
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Escola
objetiva o prepara intelectual.
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Johann Friedrich
Herbart
(1776-1841): Metodologia de aulas-expositivas: comparações, exercícios,
lições de casa.
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Conhecimento: Dedutivo. São
apresentados apenas os resultados, para que sejam armazenados
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Relação
professor-aluno: autoridade e disciplina.
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João Amós
Commenius
(1627): Princípios para ensinar artes por modelos completos, perfeitos e
exercícios.
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Homem: Receptor
passivo. Inserido em um mundo que irá conhecer pelo repasse de
informações..
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Avaliação: centrada no
produto do trabalho.
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Saviani (1980):
Professor é a garantia de que o conhecimento seja conseguido independente
do interesse do aluno.
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Educação =
Produto:
Alcançado pelo conhecimento dos modelos pré-estabelecidos.
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Conteúdos: passados como
verdades absolutas - separadas das experiências.
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Émile Chatier: Defende o
ambiente austero, sem distrações.
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Mundo: É externo. O
homem se apossa dele gradativamente pelo conhecimento.
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Metodologia: Aulas
expositivas, atividades de repetição, aplicação, memorização; Exercitar a
vista, mão, inteligência. Gosto e senso moral.; Privilégio verbal,
escrito e oral; Atividades intelectuais e raciocínio abstrato.
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Snyders (1974): Busca
levar o aluno ao contato com as grandes realizações da humanidade. Ênfase
aos modelos, em todos os campos do saber.
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Sociedade -
Cultural: O
homem ascende socialmente pela cultura
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Na arte: mimética,
cópias, modelos externos, fazer técnica e científico, conteúdo
reprodutivista, mantém a divisão social existente, canto orfeônico,
trabalhos manuais.
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PEDAGOGIA NOVA OU RENOVADA
Liberal-progressivista e não
diretiva
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Escolanovismo -
Final do século XIX - Brasil - 1930
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Escola: Adequar
necessidades individuais ao meio, propiciar experiências.
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John Dewey (1859-1952):
Aprendizado através da pesquisa individual.
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Homem e mundo: O
produto é a interação entre eles
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Relação
professor-aluno: Clima psicológico-democrático. Professor é auxiliar
das experiências.
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Franz Cizek (1925): Tcheco
libertar o impulso.
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Teorias:
Psicologia Cognitiva, Psicanálise, Teoria Gestalt.
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Método: Aprender
experimentando, aprender a aprender.
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Piaget - Teoria do
Desenvolvimento.
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Ensino-aprendizagem:
Procura
desenvolver a inteligência, priorizando o sujeito, considerando-o
inserido numa situação social.
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Victor Lowenfewld
(1939)
- EUA: Teorias Freudianas.
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Conteúdo: Estabelecidos
pela experiência.
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Herbert Read (1943) -
Inglaterra: Arte como experiência.
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Avaliação: Atenção ao
método na combate ao diretivismo, à qualidade e não a quantidade, ao
processo e não ao produto. Parâmetro na teoria piagetiana, múltiplos
critérios.
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Na
arte: Ensino como processo de pesquisa
individual. Ruptura com cópia de modelos externos. Valorização de estados
psicológicos. Aluno produtor de trabalhos artísticos. Expressão,
revelação de emoções, de insight, de desejos.
Dewey: Função educativa
da experiência cujo centro é o aluno.
Read: Experiências cognitivas
de modo progressivo em consideração aos interesses.
Cizerk: Libertar impulso
criador. Desenvolvimento através de experiências estimuladoras.
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PEDAGOGIA TECNICISTA
Tendência Liberal
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Segunda metade
século XX Brasil 1960-1970
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Escola: Produzir
indivíduos competentes para o mercado de trabalho.
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Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional - 5692/71 Introdução da Disciplina Educação Artística
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Homem: Conseqüência das
influências ou forças do meio ambiente.
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Conteúdos: Baseia-se nos
princípios científicos, manuais e módulos de auto-instrução.
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Skinner - O homem é
produto do meio - análise funcional. Popham, Briggs, Papay, Gerlach,
Glaser - Modelos de instrução e sistemas.
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Mundo: Já construído.O
meio pode ser manipulado e pode também selecionar.
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Relação
professor-aluno: Professor é o técnico e responsável pela eficiência
do ensino.
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Teorias: Behavioristas,
Positivismo, Comportamentalismo, Instrumentalismo.
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Metodologia: Técnica para
atingir objetivos instrucionais, aprender-fazendo, cópia, geometria,
desenho geométrico, educação através da arte, livre-expressão.
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Cultura: Espaço
experimental.
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Avaliação: Prática diluída,
eclética e pouco fundamentada, levando ao exagero apego aos livros
didáticos.
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Conhecimento: Experiência
planejada, o conhecimento é o resultado da experiência.
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Na arte: Educação
artística polarizada em atividades artísticas direcionadas para aspectos
técnicos construtivos pela "indústria cultural". Prática
diluída, mistura das pedagogias tradicional e renovada. Preocupação com qualidade
do ensino de arte. Dicotomias: ora saber construir, ora saber exprimir.
Passam à categoria de apenas atividades artísticas: Desenho, trabalhos
manuais, artes aplicadas, música, canto-coral.
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PEDAGOGIA LIBERTADORA
Tendência progressista
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Anos 60
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Escola: Ênfase ao
não-formal. É crítica, questiona as relações do homem no seu meio
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Paulo Frei
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Sociedade-Cultura: O homem cria a
cultura na medida em que, integrando-se nas condições de seu contexto de
v ida, reflete sobre ela e dá respostas aos desafios que encontra.
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Ensino-Aprendizagem:
Pedagogia do oprimido. Fazer da opressão e suas causas o objetivo de sua
reflexão, resultando daí o engajamento do homem na luta por sua
libertação.
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Michel Lobrot
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Homem e mundo: Abordagem
interacionista.
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Conteúdos: Temas geradores
extraídos da vida dos alunos, saber do próprio aluno.
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Celestin Freinet
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Conhecimento: O homem cria a
cultura na medida em que, integrando-se nas condições de seu contexto de
vida, reflete sobre ela e dá respostas aos desafios que encontra.
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Relação
professor-aluno: Relação horizontal, posicionamento como sujeitos do
ato de conhecer.
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Maurício
Tragtemberg
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Avaliação: Auto-avaliação
ou avaliação mútua.
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Miguel Gonzáles Arroyo
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Metodologia: Desenho,
trabalhos manuais, artes aplicadas, músicas e canto coral passam à
categoria apenas atividades artísticas.
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Nas artes: Alunos e
professor dialogam em condições de igualdade, desafiados por
situações-problemas que devem compreender e solucionar; libertação de
opressões, identidade cultural de aluno; estética do cotidiano; educação
artística abrange aspectos contextualistas.
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PEDAGOGIA
LIBERTÁRIA
Tendência Progressista
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Escola: Transforma o aluno no sentido libertário e
auto-gestionário, como forma de resistência ao Estado
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Metodologia: Livre-expressão.
Contexto cultural. Educação estética.
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Conteúdos: São colocados para o
aluno, mas não são exigidos. São resultantes das necessidades do grupo.
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Relação professor-aluno: Professor
é conselheiro, monitor à disposição do aluno
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Nas artes: Educação Artística
abrange aspectos contextualistas
Libertação de opressões, identidade cultural.
Expressão, revelação de emoções, de insight e de
desejos
Libertação de impulsos criadores em experiências de
grupo
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PEDAGOGIA HISTÓRIA-CRÍTICA
Tendência progressista
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Fins dos anos
70
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Escola: Parte
integrante do todo social. Prepara o aluno para participação ativa na
sociedade.
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C. Rogers:
Ensino centrado no aluno.
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Homem:
Considerado uma pessoa situada no mundo.
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Conteúdos: São culturais,
universais, sempre reavaliados frente à realidade social.
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A. Neill:
Desenvolvimento da criança sem interferência.
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Mundo: O homem
reconstrói em si o mundo exterior.
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Ensino-aprendizagem:
Técnicas
de dirigir a pessoa a sua própria experiência, para que ela possa
estruturar-se e agir.
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A. Combs
(1965): Professor é personalidade única.
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Conhecimentos:
construído pela experiência pessoal e subjetiva.
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Relação
professor-aluno: Professor é autoridade competente que direciona o
processo ensino-aprendizagem. Mediador entre conteúdos e alunos.
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Metodologia: Contexto
cultura;, educação estética; proposta triangulas.
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Avaliação: A experiência
só pode ser julgada a partir de critérios internos do organismo, os
externos podem levar ao desajustamento.]
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Nas
artes: Conhecer arte. Apreciação, contextualização
e fazer artístico.
Educação Artística abrange
aspectos contextualistas e essenciais.
Aspectos sociais são
considerados para o ensino de arte.
Valorização da estética do
cotidiano e capital cultural do aluno.
Resgate da identidade cultural
antes de ser partir para um contexto mais amplo.
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