Libâneo (2005) utiliza a designação de “socio crítica” para ampliar o sentido de “crítica” e abranger teorias e correntes que se desenvolvem a partir de referenciais marxistas ou neomarxistas de inspiração marxista que são, frequentemente, divergentes entre si principalmente quanto às premissas epistemológicas.
As teorias socio críticas convergem na concepção de educação como compreensão da realidade para transformá-la, procurando a construção de novas relações sociais voltadas para a superação das desigualdades sociais e econômicas. Essa corrente considera de maneira significativa os efeitos do currículo oculto e do contexto da ação educativa nos processos de aprendizagem, inclusive, para submeter os conteúdos a uma análise ideológica e política.
Integram o grupo das teorias socio críticas as seguintes:
1. Teoria Curricular Crítica;
2. Teoria Histórico-cultural;
3. Teoria Sociocultural;
4. Teoria Sociocognitiva;
5. Teoria da Ação Comunicativa.
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