terça-feira, 29 de setembro de 2026

A religião fenícia

Os fenícios eram politeístas, ou seja, cultuavam vários deuses. Na língua fenícia, deus era el e deusa era elat. Mas el também era usado para indicar um deus específico, o pai dos deuses.
Os fenícios ofereciam sacrifícios de animais aos deuses. Há registros de sacrifícios de crianças também. Geralmente, os rituais religiosos eram realizados ao ar livre em regiões elevadas das cidades.
Cada cidade fenícia tinha um deus principal ou um casal de deuses que protegia seus moradores. Por exemplo, em Tiro, a divindade principal era Melkart e, em Sídon, cultuava-se o deus Eshmun.
Entre as principais fontes para o estudo da religião fenícia estão as inscrições encontradas na cidade de Ras Shamra, no norte da Síria, território da antiga cidade fenícia de Ugarit.

Fenícios: navegadores do Mediterrâneo

Os fenícios ocupavam a costa oriental do mar Mediterrâneo desde o milênio III a.C. As condições geográficas dessa região, que corresponde hoje ao Líbano, não contribuíam para as atividades agrícolas, pois não havia rios que pudessem fertilizar as terras – ao contrário do Egito e da Mesopotâmia. 
No entanto, a estreita faixa que os fenícios habitavam era abundante em cedro, árvore que fornecia madeira, com a qual eles construíam eficientes embarcações. 
Entre os séculos XII a.C. e VIII a.C., os fenícios se tornaram os principais comerciantes e navegadores do mar Mediterrâneo. Comercializavam produtos como azeite, cereais, vinhos, perfumes, joias, pedras preciosas, tapetes, tecidos de lã tingidos na cor púrpura, essências aromáticas, incensos, armas decoradas e prisioneiros de guerra, vendidos como escravos.
Os fenícios se tornaram senhores do mar Mediterrâneo, viajando para lugares distantes, dominando rotas até então desconhecidas. Fundaram várias colônias, que também viviam do comércio marítimo. A mais poderosa delas foi Cartago, no norte da África, fundada em 814 a.C., muito próximo de Túnis, atual capital da Tunísia.

Sarcófago fenício, datado de aproximadamente 500 a.C., encontrado na região da Palestina.

Os fenícios eram também artesãos muito habilidosos: trabalhavam o ouro, o vidro transparente, a madeira, a cerâmica e o metal. Aprenderam várias técnicas com outros povos e ainda difundiram o que sabiam. O sistema de escrita dos fenícios foi fundamental para registrar as intensas trocas comerciais que realizavam com outros povos. A escrita fenícia era prática e mais simples do que a escrita egípcia e a dos povos da Mesopotâmia. Era uma escrita fonética, em que as letras registravam sons.


Moeda fenícia.

Formação do Império Persa

Um dos impérios mais poderosos da Idade Antiga foi o Império Persa, que se localizou onde hoje se encontra o Irã, um dos países mais antigos do Oriente Médio. Até 1935, o Irã guardava essa herança no nome do país, pois era cha mado de Pérsia. Sua história tem início por volta de 2000 a.C., quando duas tribos nômades, os medos e os persas, ocuparam um planalto a leste da Mesopotâmia e lá se seden tarizaram, organizando dois reinos rivais.
Posteriormente, os persas derrotaram os medos e, entre os séculos VI a.C. e IV a.C., realizaram diversas conquistas territoriais, expandindo suas fronteiras e formando um vasto e poderoso império. Observe nos mapas a seguir o território persa na Antiguidade e o do atual Irã.

Formação do Império Persa 

Em 559 a.C., sob o comando do rei Ciro, o Grande, os persas derrotaram os medos e iniciaram um período de conquistas territoriais, impondo sua dominação sobre regiões vizinhas: Mesopotâmia, Fenícia e Palestina. Assim, a Pérsia se transformou em um império, ou seja, um reino que domina outros povos e submete-os às leis e às decisões do governo imperial. 
A expansão territorial persa prosseguiu com o imperador Cambises, que li derou o exército persa na conquista do Egito. Mas foi durante o longo governo de seu sucessor, Dario, que a Pérsia se tornou um dos impérios mais organiza dos e poderosos de seu tempo.

O governo de Dario 

Dario detinha controle absoluto sobre o império, mantendo numerosos funcionários públicos com a função de percorrer e fiscalizar constantemente os territórios dominados e de passar todas as informações importantes para o imperador. Esses funcionários eram conhecidos como “os olhos e os ouvidos do rei”. Para melhor governar, Dario dividiu o império em vinte províncias chamadas satrápias. 
Cada uma delas era governada por um sátrapa, que obedecia fiel mente às ordens do imperador. Diferentemente dos outros impérios da época, a Pérsia tinha cinco capitais: Persépolis, Susa, Sardes, Ecbátana e Babilônia. 
O imperador mandou construir estradas ligando as principais cidades e organizou um sistema de correios, cujas mensagens eram levadas por pessoas a cavalo. Tanto as estradas como os correios foram essenciais para integrar e manter uma boa comunicação entre as diversas regiões do grande império. 
Nesse período, as atividades comerciais foram muito intensificadas, momento em que foi criada uma moeda única para todo o império: o dárico.

As relações com os povos conquistados 

Dario exigia que os povos dominados pagassem altos impostos e fornecessem homens para o exército e para a construção de estradas e ou tras obras públicas. Em troca, permitia que eles mantivessem os costumes, as leis, a língua e a religião. Por meio desse acordo de tolerância à cultura dos povos conquistados, durante muito tempo o imperador conseguiu evitar que eles se revoltassem contra a dominação persa.

O enfraquecimento do Império 

Os persas foram o primeiro povo da Antiguidade a pagar salários aos sol dados, geralmente recrutados entre os povos conquistados. Acreditava-se que esses soldados estrangeiros – chamados de mercenários – estariam sempre motivados a lutar, incentivados pelo dinheiro que ganhavam. Esse costume tornou possível a organização de um exército com milhares de soldados de origens diversas. No entanto, o exército de mercenários mostrou-se insuficiente nas guerras travadas contra um temido inimigo da Pérsia: a Grécia.
Entre 500 a.C. e 479 a.C., nas Guerras Médicas (assim denominadas porque os gregos chamavam os persas de medos), a Pérsia foi enfim derrotada. Por ser estrangeiros, os mercenários do exército persa falavam línguas diferentes e muitos não compreendiam as ordens dos comandantes; outros desistiam, pois não estavam lutando por seu próprio povo. Embora fossem numericamente inferiores, os gregos resistiram e lutaram de forma unificada para defender suas terras, tradições e, principalmente, sua liberdade. Essa teria sido uma das principais razões do início do processo de enfraquecimento do Império Persa. Após essa derrota, os imperadores enfrentaram muitas dificuldades para fazer valer sua dominação, defender seu território e submeter os povos conquistados.
As constantes revoltas dos povos do minados e as lutas pelo poder dentro do governo também contribuíram para a queda do Império. A destruição final do Império ocorreu em 330 a.C., quando os macedônicos, liderados por Alexandre, o Grande, conquistaram a Pérsia.

Sociedade e economia na Pérsia

O planalto persa tinha poucos vales férteis, cujas terras eram aproveitadas para o cultivo de hortaliças, centeio, trigo e cevada, além da criação de bois, ovelhas e cabras. Os saques de guerra e os tributos pagos pelos povos conquistados eram importantes fontes de riqueza para o império. Dispondo de uma boa rede de estradas, os persas praticavam comércio com povos estrangeiros, e as várias províncias do império comercializavam entre si. 
Na sociedade persa, a família real, os sacerdotes, os proprietários de terra e os comandantes do exército tinham muito poder e prestígio. Artesãos e comerciantes formavam uma camada social intermediária; alguns deles enrique ceram com o desenvolvimento comercial do império. Os camponeses trabalhavam gratuitamente nas obras públicas e pagavam altos impostos ao governo; para os proprietários de terra, tinham de entregar parte do que produziam na agricultura e na pecuária. Na sociedade persa, os escravizados eram um grupo social pouco numeroso.

Práticas da sociedade persa no cotidiano 

Na sociedade persa, as funções militares eram valorizadas, pois delas de pendia a manutenção do império. Por isso, naquele contexto, meninos persas eram mais valorizados do que as meninas, pois eles se tornariam futuros solda dos ou chefes militares do exército.
A atuação das mulheres, por sua vez, não se limitava aos afaze res domésticos. Muitas vezes elas podiam administrar os negó cios da família. A mãe cuidava das crianças até os 5 anos; entre 5 e 7 anos, elas ficavam sob os cuidados do pai. Aos 7 anos iam à escola, onde faziam exercícios físicos como natação, montaria e caminhada e aprendiam a caçar e a plantar. 
Na escola, alimentavam-se basica mente de pão, água e agrião e havia severas puni ções. Tal rigidez tinha o objetivo de prepará-las para possíveis dificuldades na vida adulta. A partir dos 14 anos, as crianças das famílias nobres aprendiam ainda religião, direito e medicina. Homens e mulheres da nobreza usavam joias, per fumes e maquiagem nos olhos e vestiam longas túnicas de linho bordadas e enfeitadas.

Cultura persa

Devido ao intenso contato que mantinham com as sociedades da época, os persas incorporaram muitos elementos da cultura dos egípcios, dos hebreus, dos povos mesopotâmicos e de outros povos conquistados por eles. Na Arquitetura, observa-se a influência dos mesopotâmicos e dos egípcios, sobretudo na construção de palácios e túmulos, nos quais se destacava a presença de ladrilhos esmaltados, tijolos coloridos, amplos terraços e colunas de pedra com bois e cavalos esculpidos.
A arte persa, particularmente a escultura, era muito utilizada na Arquitetura e tinha características monumentais, pois servia para demonstrar e exaltar o poder dos imperadores. Na Engenharia, merece destaque a construção de um canal entre o Mar Vermelho e o Mar Mediterrâneo, ligando a Pérsia ao Egito, no governo do imperador Dario. Ele concluiu o Canal dos Faraós, que havia sido construído pelos egípcios como via de ligação entre o Rio Nilo e o Mar Vermelho. 
No século XIX, o canal foi novamente reconstruído e renomeado Canal de Suez, que atualmente é uma das mais importantes vias de navegação do mundo, com intenso tráfego de navios de diferentes países que transportam variadas mercadorias, como petróleo, grãos, minérios, peças de automóveis, entre outras.
Diferentemente de outros povos, os persas não construíam templos religiosos. No entanto, os artistas confeccionavam estatuetas de cerâmica e grandes está tuas de mármore representando figuras antropozoomórficas e cenas de guerra. Produziam também sofisticados tecidos de lã, rendas e sedas; os tapetes, muito coloridos, eram decorados com motivos florais e animais e exigiam um trabalho minucioso dos artesãos, cujas técnicas eram transmitidas às gerações mais jovens para que a tradição de produzi-los não se perdesse. Na arte decorativa destacavam-se joias, vasos, taças e vasilhas, trabalhados em ouro, prata e pedras preciosas, indicando um artesanato com técnicas sofisticadas.

Religião persa

Até aproximadamente o século VII a.C., os persas eram politeístas e, em seus cultos, praticavam sacrifícios de animais e consumiam bebidas consideradas sagradas.
Entre os séculos VII a.C. e VI a.C., um sacerdote chamado Zoroastro come çou a fazer pregações nas quais criticava o politeísmo tradicional e propunha uma religião dualista baseada na existência de duas divindades opostas que estavam em constante luta: Aura-Mazda (deus do bem), associado a princípios como vida, verdade e justiça, e Arimã (deus do mal), associado à morte, à desonra, à injustiça.
Os sacerdotes politeístas combateram Zoroastro, mas, com o passar do tempo, grande parte do povo persa adotou a nova religião, acreditando que o com portamento das pessoas podia garantir a vitória de um deus sobre o outro: se elas agissem com base nos bons princípios, o bem derrotaria o mal; caso contrário, Arimã venceria Aura-Mazda. Também aguardavam a vinda de um “Salvador” que prepararia seu povo para o fim do mundo. Nesse dia aconteceria o Juízo Final, quando os mortos ressuscita riam e seriam julgados: os bons iriam para o paraíso e os maus, para o inferno. Tais crenças influenciaram o judaísmo, o cristianismo e o islamismo. 
Os ensinamentos da religião persa estão reunidos no livro sagrado Zend-Avesta e foram inicialmente organizados por Zoroastro; por esse motivo a religião é também conhecida por zoroastrismo. Seus seguidores não representam os deuses em esculturas nem constroem templos religiosos, como em outras religiões. Atualmente, há seguidores do zoroastrismo sobretudo no Irã e na Índia, onde são chamados de parsis.

Os persas


A Pérsia situava-se no Planalto do Irã, região montanhosa e com poucas planícies. Ali, a partir do segundo milênio, estabeleceram-se diversos povos, entre os quais os medos e os persas. Durante muito tempo, os persas foram dominados pelos medos. Mas, por volta de 550 a.C., um príncipe persa, de nome Ciro, liderou uma rebelião vitoriosa e, depois de dominar os povos da região, fundou o Império Persa.
Visando à conquista de riquezas e povos, o rei Ciro organizou um  poderoso exército com o qual expandiu as fronteiras do Império em várias direções. Seus sucessores, Cambises e Dario, comandaram novas conquistas, e assim, o Império Persa passou a abranger uma área gigantesca que ia do vale do Rio Nilo, no Egito, até o vale do Rio Indo, na Índia.

Fotografia atual de relevo da escadaria do Palácio de Apadana (c. 515 a.C.) em Persépolis (Irã).

Administração do império

Para melhorar a organização d do império, Dario I o manteve
dividido em províncias chamadas satrápias; e, para administrá-las, nomeou funcionários de sua confiança, os sátrapas. Esses funcionários, por sua vez, eram vigiados de perto por inspetores, conhecidos como "olhos e ouvidos do rei".
Os persas permitiam que os povos dominados mantivessem seus costumes e sua religião, mas exigiam que eles servissem no exército persa e pagassem pesados impostos.
A fim de facilitar a comunicação, o comércio e o deslocamento do exército persa no interior do império, Dario I mandou construir um eficiente sistema de correios e uma rede de estradas. A principal delas era a Estrada Real, que ligava Susa a Sardes, e tinha cerca de 2 600 km de extensão. Para percorrê-la, os corredores reais levavam oito dias a cavalo, sendo cada um deles responsável por um trecho da estrada.
O imperador Dario I mandou também cunhar uma moeda única, o que facilitou enormemente o comércio entre todos os povos sob seu domínio. Entre as muitas mercadorias comercializadas no império havia magníficas peças de artesanato em ouro, prata e pedras preciosas feitas pelos artesãos persas.

Dario I representado como um arqueiro real em moeda de ouro de 550 a.C.-330 a.C.


A religião persa

Os Os persas tinham uma religião antiga que foi reformada por Zoroastro (628-551 a.C.), também chamado de Zaratustra. Para o zoroastrismo, o Universo é palco de uma luta permanente entre bem e mal, verdade e mentira. Por isso se diz que o zoroastrismo é dualista. Sua doutrina está contida no livro sagrado Avesta.
Nessa religião, há um deus supremo, Ahura Mazda, que representa o bem, a luz e é o criador de todas as coisas boas; seu maior adversário é Arimã, que representa o mal, a destruição, as trevas.
O zoroastrismo acredita no julgamento dos mortos e na vida eterna para os justos.


Persas 

Os persas ocupavam o planalto do Irã desde 1500 a.C. Durante séculos, o modo de vida dos persas baseou-se na agricultura e na pecuária.

Expansão imperial 

Em torno de 539 a.C., Ciro II (c. 600 a.C.-530 a.C.), rei da dinastia aquemênida, comandou a expansão persa no Oriente Próximo, iniciando a formação de um grande império. O exército comandado por Ciro venceu o Império Babilônico e pôs fim ao cativeiro dos judeus. Depois, anexou regiões do Crescente Fértil, como a Síria, e estendeu o domínio persa até as fronteiras da Índia. O Império Persa continuou crescendo com o sucessor de Ciro II, o rei Cambises, que derrotou o Egito em 525 a.C.
Foi no reinado de Dario I, porém, que o Império Persa atingiu sua extensão territorial máxima. O exército de Dario (550 a.C.-486 a.C.) invadiu a Ásia Menor e anexou territórios no mar Egeu, ameaçando os interesses comerciais das cidades gregas. O exército dos persas era forte, bem equipado e numeroso. Eles foram os primeiros na história a pagar soldos, ou seja, a remunerar os sol dados, incluindo os voluntários das províncias dominadas.

Administração persa 

O Império Persa se tornou tão grande que foi dividido em satrapias, que eram grandes regiões administrativas. Cada uma delas devia pagar impostos, em prata ou em produtos. Para garantir que suas decisões fossem executadas e para fiscalizar as ações de líderes locais, Dario I nomeava funcionários reais conhecidos como “olhos e ouvidos do rei”. Várias estradas foram construídas como forma de melhorar a comunicação e o transporte de mercadorias entre as diversas regiões do Império Persa. Destaca-se a Estrada Real, que ligava as cidades de Susa e Sardes. A arquitetura era grandiosa, com os palácios reais de Persépolis e Susa exibindo todo o poder dos aquemênidas.

A queda do Império Persa 

Os persas não impuseram seus costumes aos povos conquistados, permitindo que cada um continuasse a praticar sua religião. Entretanto, cobraram altos impostos, o que levou à revolta de muitas províncias no século VI a.C. O maior desafio, porém, ocorreu no estrangeiro. Os persas haviam atacado colônias gregas na parte oriental do mar Mediterrâneo e, em 490 a.C., os gregos reagiram. Com o apoio de Atenas, principal cidade grega, a cidade de Mileto se rebelou contra o domí nio persa. Os gregos ganharam algumas batalhas, os persas outras, mas a vitória final foi dos gregos, em torno de 480 a.C. A derrota enfraqueceu o Império Persa, que, em 330 a.C., foi inva dido pelos macedônios.

Os persas entre o bem e o mal 

O zoroastrismo tornou-se a religião oficial do Império Persa entre os séculos VI a.C. e IV a.C. A palavra zoroastrismo se originou do nome de seu fundador, Zoroastro (ou Zaratustra), homem nascido em meados do século VII a.C. Segundo Zaratustra, havia um deus associado ao bem e à verdade, chamado Ormuz, e um deus associado ao mal e à morte, conhecido como Arimã. Os dois deuses poderiam influenciar a vida das pessoas de acordo com o comportamento de cada uma delas. Alguns estudiosos sugeriram que a religião persa era monoteísta: Ormuz era o deus; Arimã era o diabo. Mas isso não é exato. 
Os persas cultuavam dois deuses principais: um do bem, outro do mal. Seus seguidores acreditavam no fim do mundo e num julgamento final, quando viria um salvador da humanidade. Eles não representavam seus deuses em imagens nem os cultuavam em templos. Por tudo o que estudamos, prevalece a ideia de que os únicos monoteístas do Oriente Próximo eram os hebreus. Moisés renovou a aliança de Abraão com Deus ao libertar os hebreus do cativeiro. Mas Moisés era mesmo hebreu? Há quem duvide, sugerindo que ele era filho do faraó, ou seja, um príncipe do Egito.



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