No século III a.C., época em que Roma iniciava um processo de conquista de novos territórios, o Egito era governado por faraós de origem grega. Eles ascenderam ao poder como resultado da conquista da região pelo rei da Macedônia, Alexandre, o Grande, em 332 a.C., quase um século antes. Na ocasião, a população egípcia aclamou o rei macedônio como seu faraó.
Com a morte de Alexandre, em 323 a.C., o controle do Império Macedônico foi dividido entre os generais do exército, os chamados diádocos. Um desses generais, Ptolomeu, ficou encarregado de governar o Egito.
Em 305 a.C., Ptolomeu declarou o Egito independente da Macedônia e assumiu o título de faraó, dando início à dinastia ptolomaica, que duraria até 30 a.C. A última representante dessa dinastia foi a rainha Cleópatra VII, que procurou estabelecer relações amigáveis com Roma.
Cleópatra VII aproximou-se de Júlio César, de quem se tornou amante e com quem teve um filho. Após a morte de César, passou a viver com o cônsul romano Marco Antônio. Em 31 a.C., o Senado romano declarou guerra ao Egito. Derrotado, o Egito tornou-se uma província romana.
Reconstituição do possível rosto da rainha
Cleópatra VII, realizada pela pesquisadora
britânica Sally Ann Ashton, em 2008.

Nenhum comentário:
Postar um comentário